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Colombiana é presa por vender virgindade de 12 filhas

Margarita Zapata Moreno cobrava cerca de R$ 437 pelo ato sexual

Internacional|Do R7

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Margarita Zapata Moreno espareva as filhas completar 12 anos para "vender" a virgindade delas
Margarita Zapata Moreno espareva as filhas completar 12 anos para "vender" a virgindade delas

A polícia colombiana prendeu nesta quarta-feira (23) uma mulher identificada como Margarita Zapata Moreno, acusada de vender a virgindade de 12 de suas filhas, a partir de fatos denunciados por uma das menores que ficou grávida.

A mulher, de 45 anos, foi detida em um bairro ao sul de Bogotá junto com um homem chamado de Tito Cornelio Daza, de 51 anos, o pai biológico do bebê da jovem que denunciou os abusos aos quais era submetida.

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De acordo com as investigações realizadas pela Polícia Judicial por mais de um ano, quando as filhas de Margarita completavam 12 anos, a mãe vendia a virgindade delas por até 400 mil pesos (cerca de R$ 437).

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"Dói ver uma mãe fazendo isso", declarou hoje o comandante da operação da polícia de Bogotá, coronel Carlos Meléndez, assegurando que a menor que denunciou os abusos contou ainda que 11 de suas irmãs, atualmente maiores de idade, também foram vítimas desta prostituição forçada.

Segundo o coronel, a mãe das meninas entrava em contato com homens de alto poder aquisitivo para que mantivessem relações sexuais com as menores quando elas completavam 12 anos.

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O chefe policial destacou que a adolescente que alertou sobre o ocorrido, "sendo menor de idade, teve muita coragem para denunciar" os abusos, e elogiou a jovem por ter evitado o aborto do bebê produto do estupro.

"A partir disso, foi iniciado todo o trabalho de investigação que descobriu que havia, inclusive, ameaças da própria mãe e do senhor Tito Cornelio", acrescentou. As autoridades fizeram um apelo às outras filhas de Margarita Zapata para que denunciem, pois aparentemente todas foram vítimas de abuso e, segundo a polícia, algumas delas acabaram por entrar no mundo das drogas e da prostituição.

A mulher, que negou as acusações no momento de sua prisão, deverá permanecer na penitenciária feminina El Buen Pastor de Bogotá, enquanto Tito Cornelio Daza ficará no Presídio Modelo, ambos sob a acusação de ato sexual abusivo com menores de 14 anos e indução à prostituição.

Além das 12 filhas, Margarita tem também um menino de 11 anos e uma menina de nove, que foram acolhidos pela assistência social. A menor que denunciou o caso, hoje com 16 anos, recebe apoio psicológico do ICBF (Instituto Colombiano de Bem Estar Familiar). 

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