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Como a Dinamarca planejava impedir os EUA de invadirem a Groenlândia

Ilha no Ártico vinha sendo alvo de cobiça do presidente americano, Donald Trump

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Dinamarca se preparou para explodir pistas de aeroportos na Groenlândia em uma eventual invasão americana.
  • Donald Trump, afirmou, por mais de uma vez, que pretendia anexar a Groenlândia ao território americano.
  • Copenhagu rejeita a investida e chegou, ao junto com aliados europeus, a deslocar um contigente para a região.
  • Trump afirmou, durante Fórum Econômico de Davos, que não pretende usar a força contra a ilha.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Groenlândia abriga a segunda maior massa de gelo do planeta Reprodução/Record News

Soldados da Dinamarca se prepararam para explodir pistas de aeroportos na Groenlândia em uma eventual invasão dos Estados Unidos. As informações são da DR, emissora pública dinamarquesa, que cita fontes do governo e das Forças Armadas do país nórdico, além aliados na França e na Alemanha.

Desde que retornou à Casa Branca, no ano passado, o presidente americano, Donald Trump, afirmou, por mais de uma vez, que pretendia anexar a Groenlândia ao território americano. A incorporação, segundo ele, seria uma forma de proteger a segurança nacional.


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A ilha autônoma atualmente é governada pela Dinamarca, que rejeita a investida americana. Segundo a DR, como parte disso, Copenhague pediu apoio a países nórdicos, à França e à Alemanha que fosse criada uma unidade europeia e mais atividades militares conjuntas na Groenlândia.

A tensão teria se agravado em janeiro, após a captura de Nicolás Maduro, o que acendeu ainda mais o alerta da Dinamarca. Na época, Trump disse a jornalistas que iria “se preocupar com a ilha em cerca de dois meses”, reiterando que o poder sobre a ilha era necessário por “uma questão de segurança nacional.”


Em meio a isso, um contingente militar com soldados da Dinamarca, França, Alemanha, Noruega e Suécia foi deslocado para a ilha do Ártico.

O governo dinamarquês também enviou estoques de sangue, que seriam usados para tratar feridos em um eventual combate.


As pistas de pouso seriam destruídas na capital, Nuuk, e em Kangerlussuaq. O objetivo seria impedir o desembarque de aeronaves militares dos EUA.

Trump descartou uso militar durante Fórum em Davos

Durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, em janeiro, Trump, afirmou que não pretendia usar a força contra a ilha.


“Não quero usar a força. Não vou usar a força. Tudo o que eu peço é um pedaço de gelo”, disse o republicano, recuando de declarações anteriores em que não descartava uma ofensiva.

Segundo o The New York Times, negociações atuais entre os EUA e a Dinamarca incluem a cessão da soberania sobre pequenas áreas da Groenlândia, onde Washington construiriam bases militares.

Trump, por sua vez, alega uma suposta presença de embarcações russas e chinesas ao redor da ilha, algo que é contestado pela Dinamarca. Ainda assim, ao lado de aliados da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Copenhague afirma que pretende reforçar a segurança no Ártico.

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