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Companhias aéreas latino-americanas miram retorno à Venezuela, mas ainda há obstáculos

País tem potencial estratégico devido à localização, mas precisa reconstruir a plataforma de aviação

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Companhias aéreas latino-americanas estão interessadas em retomar operações na Venezuela devido à reabertura de canais diplomáticos.
  • Obstáculos incluem infraestrutura aeroportuária danificada e regulamentos desatualizados.
  • A Venezuela é vista como um mercado com grande potencial estratégico e geográfico, mas precisa reconstruir sua aviação após terremotos.
  • LATAM Airlines está otimista com a reabertura e avalia oportunidades futuras conforme as condições melhoram.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Obstáculos incluem infraestrutura aeroportuária danificada e marco regulatório desatualizado Tita Barros/Reuters - 06.06.2026

As companhias aéreas latino-americanas estão demonstrando um interesse renovado pela Venezuela, à medida que os canais diplomáticos são reabertos e as companhias se preparam para restabelecer as conexões com Caracas.

No entanto, executivos do setor afirmaram que a infraestrutura aeroportuária danificada e um marco regulatório desatualizado continuam sendo os principais obstáculos para uma recuperação mais ampla.

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A Venezuela possui forte potencial de longo prazo devido à sua localização, mas a prioridade imediata é reconstruir a plataforma de aviação do país após os terremotos mortais de junho terem danificado seu principal aeroporto internacional em Maiquetía, nos arredores de Caracas, afirmou Peter Cerda, diretor da Alta (Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo), em uma coletiva de imprensa no domingo.

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“Acho que a Venezuela tem um potencial significativo. Estrategicamente e geograficamente, está em uma localização perfeita. É um mercado com grandes oportunidades”, disse Cerda.

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A Alta tem mantido um diálogo constante com as autoridades venezuelanas, disse Cerda, mas os esforços de recuperação de emergência têm tido prioridade sobre discussões políticas mais amplas.

A LATAM Airlines disse estar otimista com o processo de reabertura e com a melhora nas relações diplomáticas entre o Chile, onde fica sua sede, e a Venezuela.

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O diretor-executivo da LATAM, Roberto Alvo, não chegou a anunciar rotas adicionais, mas disse que a LATAM avaliaria oportunidades futuras à medida que as condições melhorarem.

“O interesse da LATAM é continuar conectando a América do Sul entre si e com o mundo... À medida que percebermos que podemos desenvolver nossa conectividade com a Venezuela, avaliaremos essas oportunidades”, disse Alvo.

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Cerda afirmou que o interesse na reabertura não se limita a uma única companhia aérea ou a um único mercado, acrescentando que companhias aéreas dos Estados Unidos, da Europa e do Oriente Médio também estavam voltando a considerar a Venezuela.

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