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Comprovante de cidadania para voto nos EUA não é diferente da realidade brasileira, conclui especialista

Medida aprovada pela Câmara dos Representantes foi criticada por democratas, mas diversas democracias pelo mundo seguem modelo

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou a exigência de comprovação de cidadania para votar.
  • Democratas criticaram a medida, temendo que concentre poder nas mãos do presidente Donald Trump.
  • O economista Igor Lucena comparou a nova medida com o sistema brasileiro de identificação para votação.
  • A aprovação final ainda depende do Senado, mas há expectativa de que o texto seja barrado.

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Nesta quarta-feira (11), a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma medida, liderada pelo partido Republicano, que exige a comprovação da cidadania nacional para poder votar. Os democratas alegaram que o novo projeto suprime os votos da população e concentra o poder eleitoral nas mãos do presidente Donald Trump, durante um momento crítico com a proximidade das eleições de meio de mandato.

Ainda resta o Senado aprovar o texto para ele poder ser integrado às leis norte-americanas, porém a previsão é de que ele seja barrado. Na análise do economista e doutor em relações internacionais Igor Lucena, a necessidade de comprovação da cidadania não é necessariamente algo ruim.


Apesar de a medida ter recebido forças dos republicanos para tentar evitar um resultado de maioria democrata nas midterms, devido à impopularidade de Donald Trump, Lucena aponta que ela já era debatida antes e segue os caminhos de outras democracias, como a do Brasil.

“Aqui no Brasil se apresenta o CPF e o título de eleitor, porque você tem que ser brasileiro para ter um título. [...] Vota quem é cidadão”, comparou no Conexão Record News desta quinta (12).


O especialista também lembrou que o motivo da preocupação de Trump em relação às midterms é que, caso o partido Democrata assuma a maioria na Câmara ou no Senado, a administração do presidente teria a maioria das decisões vetadas e ele poderia até mesmo correr o risco de um impeachment.

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