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Criança derruba coroa de ouro avaliada em R$ 2 milhões em museu chinês; vídeo

Advogados ouvidos pela imprensa chinesa afirmaram que, por se tratar de um menor de idade, os pais podem ser responsabilizados

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma criança derrubou uma coroa de ouro de R$ 1,7 milhão em um museu de Pequim.
  • A coroa, feita pelo artista Zhang Yudong, pertence à influenciadora Zhang Kaiyi e foi danificada significativamente.
  • Prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 307 mil; a peça está segurada, mas seu valor vai além do material.
  • Zhang Kaiyi não pretende processar a família da criança e busca uma solução justa para o incidente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Obra é conhecida como coroa de fênix dourada
Obra é conhecida como coroa de fênix dourada Reprodução/X

Uma criança derrubou uma coroa de ouro avaliada em cerca de CNY 2,27 milhões, o equivalente a R$ 1,7 milhão, durante uma exposição no Museu X, em Pequim, no sábado (13). A peça caiu após o jovem tocar na vitrine de vidro e sofreu danos considerados significativos por especialistas. Um vídeo do momento circulou nas redes sociais.

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De acordo com o portal britânico Need to Know, a obra é conhecida como coroa de fênix dourada e pertence à influenciadora de beleza Zhang Kaiyi. A peça foi confeccionada em ouro puro por seu marido, o artista Zhang Yudong, e pesa cerca de dois quilos. O adorno foi usado por Zhang no dia do casamento e integrava uma mostra coletiva com obras de 87 artistas, em cartaz desde outubro, com previsão de seguir até janeiro de 2026.


Estimativas preliminares apontam prejuízo de aproximadamente CNY 400 mil, cerca de R$ 307 mil. Em declarações ao site Need to Know, Zhang afirmou que a obra está segurada, mas destacou que o valor não pode ser calculado apenas com base no peso do ouro. “Não se trata apenas do material, mas de uma criação pessoal feita para o meu casamento”, disse. Segundo ela, ainda busca orientação sobre a melhor forma de calcular os danos.

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Advogados ouvidos pela imprensa chinesa afirmaram que, por se tratar de um menor de idade, os pais ou responsáveis podem ser responsabilizados. Um porta-voz do museu, no entanto, declarou que a cobertura da vitrine não estava devidamente fixada, o que pode indicar responsabilidade parcial da instituição.


Especialistas em direito também apontaram que, considerando o valor e a fragilidade da peça, a proteção deveria ter sido mais robusta. Eles destacaram ainda que não está claro se havia sinalização indicando a proibição de toque na vitrine.

Em publicação posterior, Zhang Kaiyi afirmou que não pretende buscar indenização junto à família da criança nem expor os envolvidos nas redes sociais. Segundo ela, o objetivo é encontrar uma solução considerada justa e contribuir para que episódios semelhantes não se repitam.

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