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UE pede moderação e segurança nuclear no Oriente Médio, mas França vê “situação de guerra”

Ao menos, 27 nações membros da UE trabalham para apoiar os cidadãos do bloco no Oriente Médio

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A UE pede moderação e engajamento diplomático no Oriente Médio para garantir a segurança nuclear.
  • Pessoas cívicas estão sendo apoiadas pelas 27 nações membros da UE na região.
  • A França considera que a situação atual é de guerra, aconselhando seus cidadãos a exercer cautela.
  • As Forças Armadas francesas estão adaptando sua postura para monitorar e proteger suas instalações no Oriente Médio.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ursula von der Leyen pede diplomacia regional na esperança de “garantir a segurança nuclear” REUTERS/Yves Herman - 28/02/2026

Líderes da União Europeia emitiram uma declaração conjunta, neste sábado (28), após ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã, pedindo moderação e engajamento na diplomacia regional na esperança de “garantir a segurança nuclear.”

“Garantir a segurança nuclear e prevenir quaisquer ações que possam aumentar ainda mais as tensões ou minar o regime global de não proliferação é de importância crítica”, disseram a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa. “Apelamos a todas as partes para exercerem máxima moderação, proteger os civis e respeitar plenamente o direito internacional.”

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Ambos disseram que a UE tem se esforçado para resolver questões críticas por meio da diplomacia, mas também tem em vigor “sanções extensivas em resposta às ações do regime assassino do Irã e da Guarda Revolucionária.”

Eles disseram que Bruxelas estava trabalhando com as 27 nações membros da UE para apoiar os cidadãos do bloco no Oriente Médio.

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Chefe de política externa da UE, Kaja Kallas anunciou a retirada de alguns funcionários da região, enquanto mantém uma missão marítima no Mar Vermelho e coordena “caminhos diplomáticos” com parceiros árabes. “O regime do Irã matou milhares. Seus programas de mísseis balísticos e nucleares, juntamente com o apoio a grupos terroristas, representam uma séria ameaça à segurança global”, alertou Kallas.

Separadamente, autoridades da França aconselharam seus cidadãos a “exercer extrema cautela”. O país possui bases e presença militar regular no Oriente Médio. “Uma escalada militar está em andamento. Não é o momento para negociações, estamos em situação de guerra”, afirmou a integrante do Ministério de Defesa, Alice Rufo, ao canal de televisão France-2.

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Questionado se forças francesas estiveram envolvidas, o porta-voz militar da França, coronel Guillaume Vernet, evitou responder diretamente ou detalhar operações na região. “As Forças Armadas francesas continuam a adaptar sua postura a ameaças e a implementar medidas para garantir monitoramento e proteção das nossas instalações”, disse, acrescentando que o país tem uma “avaliação independente” da situação.

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