‘Crianças são as mais afetadas’ pela política econômica de Milei, aponta especialista
Índice de pobreza na Argentina registra aumento no primeiro semestre de 2026, subindo de 28,2% para 32,3%
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O índice de pobreza na Argentina registrou um aumento no primeiro semestre de 2026, subindo de 28,2% para 32,3%. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos, divulgados nesta quinta-feira (24), 9,7 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza no país. Esta é a primeira alta registrada em dois anos.
O avanço da pobreza da população argentina ocorre em meio à aceleração da inflação entre o fim de 2025 e o início de 2026, somada à alta do desemprego, que subiu para 7,9% — o maior nível desde 2021. Para o economista Miguel Daoud, a situação é reflexo do programa de corte de gastos do presidente Javier Milei.
Veja Também
“A Argentina não conseguiu traduzir todo esse corte, toda essa economia num crescimento que incorporasse mão de obra, que desse mais trabalho para as pessoas e as pessoas, então, pudessem andar junto. O país tivesse produtividade, essa produtividade gerasse riqueza, distribuísse essa riqueza e teria uma compatibilidade com os cortes que ele vinha fazendo”, afirma em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (25).
Segundo Daoud, as crianças têm sido as mais afetadas pela política econômica de Milei. “Não adianta achar que você tem medidas que resolvem determinadas situações que os investidores ficam felizes, mas só que você acaba fazendo o que está acontecendo na Argentina: aumento da pobreza, aumento da indulgência, e as crianças, infelizmente, são as mais afetadas porque não têm como reagir diante de um cenário econômico dessa forma”, conclui.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!
















