Internacional Cúpula pela Democracia: Biden defende liberdade de imprensa

Cúpula pela Democracia: Biden defende liberdade de imprensa

Presidente dos Estados Unidos fez o discurso de abertura para representantes de mais de 100 países em encontro virtual  

  • Internacional | Letícia Sepulveda e Sofia Pilagallo, do R7

O presidente dos EUA, Joe Biden, discursa durante a Cúpula pela Democracia

O presidente dos EUA, Joe Biden, discursa durante a Cúpula pela Democracia

Reprodução/The Summit for Democracy

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, recebe nesta quinta-feira (9) representantes de mais de 100 países em uma Cúpula pela Democracia. O encontro ocorre de forma virtual devido à pandemia da Covid-19.

Em seu discurso de abertura, Biden defendeu a liberdade de imprensa. "As democracias não são todas iguais (...) mas temos que levantar em defesa dos valores que nos unem: justiça, Estado de Direito, liberdade de expressão e liberdade de imprensa", afirmou.

Ele anunciou um fundo de proteção ao jornalismo investigativo em todo o mundo e apontou ainda que é preciso inserir mais mulheres e pessoas da comunidade LGBTQIA+ na política. Biden afirmou que no ano que vem lançará  um projeto de 224 milhões de dólares para apoiar governos transparentes e responsáveis e para dar suporte à mídia. 

Durante dois dias, além de representantes dos países convidados, a cúpula reunirá  ONGs, empresas, organizações filantrópicas e legislaturas. Biden ressaltou que o objetivo não é "afirmar que nossas democracias são perfeitas ou que temos todas as repostas, mas reafirmar nosso compromisso para tornar nossas democracias melhores."

Antes da reunião, a lista de países convidados para o encontro provocou um clima de te tensão. Biden deixou de fora China e Rússia, mas incluiu Taiwan, ilha que o governo chinês considera parte de seu território.

O presidente Jair Bolsonaro foi convidado para participar do encontro. Mas na América Latina e  no Caribe foram excluídos os governos de oito países: Nicarágua, Cuba, Bolívia, El Salvador, Honduras, Guatemala, Haiti e Venezuela.

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