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Depois da falha da injeção letal, Estado americano reativa cadeiras elétricas 

Tennessee aprovou a execução com cadeiras elétricas por escassez de injeções letais

Internacional|Do R7

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Tennessee é o primeiro Estaod a reintroduzir a cadeira elétrica
Tennessee é o primeiro Estaod a reintroduzir a cadeira elétrica

O Estado de Tennessee, nos Estados Unidos, decidiu nesta sexta-feira (23) que utilizará cadeiras elétricas na execução de presos condenados como resposta a escassez de injeções letais no país. 

O governador republicano Bill Haslam assinou o projeto de lei que dá permissão ao Estado para eletrocutar presos, uma vez que os recursos convencionais estão em falta depois do boicote dos europeus na venda das substâncias. A maioria dos legisladores votaram a favor do projeto. 


De acordo com o jornal Huffington Post, Tennessee é o primeiro Estado a reintroduzir a cadeira elétrica. Richard Dieter, diretor executivo do Centro de Informações de Pena de Morte, organização que se opõe às execuções de presos, afirmou que a a medida é inaceitável. 

"Há Estados que permitem que o preso escolha, mas é muito diferente um Estado impor um método. Nenhum outro tinha ido tão longe". 


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O senador republicano Ken Yager foi um dos principais incentivadores do projeto. Em entrevista, Yager afirmou que existe uma preocupação real por parte do governo do Estado de que não existam mais disponíveis os produtos químicos utilizados nas execuções. 

A aprovação do projeto de lei veio depois de um mês turbulento para o Estado de Oklahoma. Um condenado à execução, Clayton Lockett, de 38 anos, agonizou por cerca de 20 minutos depois de receber uma injeção letal. O medicamento deveria cumprir seu papel em poucos instantes. 


Lockett morreu e a execução de outro preso prevista para aquele dia foi suspensa. No início de abril, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos convocou os Estados americanos a suspenderem a prática de execução até que os relatórios sobre o caso de Lockett sejam concluídos. 

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