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Desarmar o grupo terrorista Hezbollah pode acabar com guerra, diz autoridade israelense

Forças Armadas de Israel bombardearam a capital do Líbano nesta terça-feira (10)

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Forças Armadas de Israel bombardeiam subúrbios de Beirute em resposta a ataques do Hezbollah.
  • Desde o início da guerra, cerca de 570 pessoas foram mortas, e mais de 759.000 foram deslocadas.
  • O presidente libanês demonstra abertura para negociações com Israel para encerrar o conflito.
  • Israel insiste que o desarmamento do Hezbollah é essencial para a paz na região.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fumaça após ataque israelense no sul de Beirute
Israel atacou regiões do Líbano para eliminar ameaças dos terroristas do Hezbollah Mohamed Azakir/Reuters - 10.03.2026

As Forças Armadas de Israel bombardearam subúrbios ao sul da capital do Líbano com ataques aéreos na terça-feira (10) e suas tropas se aprofundaram no sul do país, enquanto um enviado israelense dizia que a chave para acabar com a guerra é desarmar o grupo terrorista Hezbollah.

O Líbano foi profundamente envolvido na guerra do Oriente Médio na semana passada, quando o Hezbollah, apoiado pelo Irã, abriu fogo contra Israel para vingar a morte do líder supremo do Irã.

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Desde então, Israel lançou ataques aéreos no sul do Líbano, no leste e nos subúrbios de Beirute, matando cerca de 570 pessoas, de acordo com um relatório da unidade de gerenciamento de risco de desastres do governo libanês na terça-feira.

Os ataques aos subúrbios do sul de Beirute na tarde de terça-feira lançaram grossas colunas de fumaça sobre a cidade. Duas horas antes do início dos ataques, um porta-voz militar israelense ordenou que os moradores saíssem imediatamente, especificando três novos distritos que deveriam ser esvaziados.

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Um membro do conselho municipal da área disse à Reuters que famílias da região estavam fugindo, somando-se às mais de 759.000 que as autoridades libanesas dizem ter sido deslocadas pela guerra.

A ministra de Assuntos Sociais do Líbano, Haneen Sayed, disse na terça-feira que o Estado estava se preparando para números de deslocamentos mais altos do que em 2024, quando a última guerra entre Israel e o Hezbollah expulsou mais de um milhão de pessoas de suas casas.

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“Portanto, esperamos que as necessidades, os números de deslocamento, sejam maiores do que em 2024. Por outro lado, em termos de recursos, há muito menos recursos este ano, dada a situação global e a guerra regional que está acontecendo”, declarou ela.

O presidente libanês, Josef Aoun, sinalizou na segunda-feira sua abertura para iniciar negociações diretas com Israel para pôr fim à guerra.

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Mas o embaixador de Israel na França, Joshua Zarka, afirmou na terça-feira que palavras não bastam.

“Neste momento, não tenho conhecimento de nenhuma decisão de iniciar negociações para pôr fim a esta guerra”, disse Zarka. “O que poria fim é o desarmamento do Hezbollah — e essa é uma escolha do governo libanês”, acrescentou.

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