Destino de gato de Assange na embaixada equatoriana é incerto

Felino foi presente dos filhos de ativista para ajuda no isolamento, em 2016, mas foi entregue a um abrigo de animais em outubro do ano passado

Gato Michi foi presente dos filhos de Assange, em 2016

Gato Michi foi presente dos filhos de Assange, em 2016

Reprodução/ Twitter @EmbassyCat

Depois da prisão de Julian Assange na manhã desta quintaf-feira (11), uma nova dúvida sobre o caso foi instaurada: o que acontece agora com o gato do ativista, Michi?

O felino foi um presente dos filhos de Assange em 2016 para que ele não se sentisse tão sozinho enquanto estava na embaixada equatoriana em Londres, na Inglaterra, segundo a BBC. 

De acordo com um dos advogados do ativista, Carlos Poveda, o gato foi retirado da embaixada antes da prisão do criador do Wikileaks pela polícia britânica. "Pelo menos o gato se salvou. Foi entregue, não sei se a um amigo, mas saiu da embaixada semanas antes",  esclareceu.

Não se sabe ao certo para onde o gato foi, e nem a data. Segundo algumas fontes, Michi deixou a embaixada em novembro, depois que a Embaixada do Equador disse que não bancaria mais a criação do bichinho. Assange teria libertado o gato para que ele vivesse uma vida mais saudável, segundo o jornal italiano La Repubblica. 

O escritor James Ball postou no Twitter que Michi foi entregue a um abrigo de animais, apesar de ter se oferecido para adotar o bichinho. "Para registro: O gato de Julian Assange foi entregue a um abrigo pela embaixada do Equador tempos atrás, então não esperem uma extradição felina pelas próximas horas", escreveu.

Michi tinha uma conta no Twitter e no Instagram, a @EmbassyCat, ou gato da embaixada, em tradução literal, mas não ninguém atualiza as redes sociais desde outubro de 2017.