Logo R7.com
RecordPlus
‌

Diamante rosa roubado em 1920 e escondido em maçã é exibido pela 1ª vez após 100 anos

Pedra preciosa foi roubada após criminosos invadirem o castelo onde ela estava

Internacional|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O diamante rosa Grand Condé, roubado em 1926, está em exibição no Museu Condé, na França, após quase um século.
  • O diamante foi encontrado dentro de uma maçã por uma camareira semanas após o roubo no Château de Chantilly.
  • A exposição inclui documentos e pesquisas sobre a história do diamante e as circunstâncias do roubo.
  • O Grand Condé pertenceu a coleções aristocráticas e foi deixado para o Institut de France pelo duque de Aumale.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mostra ficará aberta até 3 de janeiro Reprodução/Benjamin Chelly via L'École des Arts Joailliers

Uma joia histórica que desapareceu durante um assalto há quase um século voltou a ser apresentada ao público na França. O diamante rosa Grand Condé, de nove quilates, está em exposição no Museu Condé, instalado no Château de Chantilly, a cerca de 50 quilômetros de Paris. A mostra ficará aberta até 3 de janeiro.

A pedra preciosa foi roubada em outubro de 1926, quando criminosos invadiram o castelo durante a noite. O desfecho do caso, porém, teve um elemento inesperado: semanas depois do furto, uma camareira encontrou o diamante ao morder uma maçã usada pelos ladrões para esconder a joia.

‌

A reexibição apresenta ao público uma peça rara do patrimônio histórico francês e reúne documentos de arquivo, pesquisas acadêmicas e informações sobre a trajetória do diamante. O material também ajuda a reconstruir as circunstâncias do roubo, que chamou a atenção da imprensa na época.

Veja Também

Joia atravessou gerações da realeza francesa

Com lapidação em formato de pera, o Grand Condé integra um grupo restrito de peças históricas que sobreviveram à Revolução Francesa. Sua origem exata ainda não foi estabelecida, mas registros permitem acompanhar parte de sua passagem por importantes coleções aristocráticas.

‌

Um inventário de 1740, elaborado após a morte de Louis Henri de Bourbon, príncipe de Condé, já mencionava a pedra entre seus bens. Mais tarde, o diamante passou pela coleção da rainha Maria Amélia de Bourbon-Sicílias, mulher do rei Luís Filipe I, e chegou às mãos de Henri de Orléans, duque de Aumale.

O duque deixou a joia para o Institut de France, instituição que também recebeu o Château de Chantilly e um amplo conjunto de obras de arte e manuscritos. O castelo abriga atualmente o Museu Condé, responsável por preservar esse patrimônio.

‌

A nova exposição também ocorre em meio à preocupação com a segurança de museus europeus, após uma série de roubos recentes, entre eles um assalto ao Museu do Louvre, em Paris, em 2025. O diretor do Museu Condé, Mathieu Deldicque, não revelou o valor pelo qual o diamante está segurado, mas afirmou que estudos foram realizados para confirmar a identidade da peça.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.