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‘Disfarçados’: como grupo de sabotagem russo virou alvo de guardas ucranianos

Tentativa de infiltração foi descoberta quando um rádio transportado pelo grupo foi ativado

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Soldados russos disfarçados foram mortos ao tentar se infiltrar em posições ucranianas em Zaporizhzhia.
  • A infiltração foi detectada quando um rádio transportado pelo grupo foi ativado.
  • Os ucranianos abriram fogo e eliminaram dois homens que usavam roupas civis.
  • Autoridades ucranianas afirmaram que o uso de trajes civis para fins militares viola o direito internacional humanitário.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Soldados das Forças de Operações Especiais realizam operação contra grupos russos em Pokrovsk, Ucrânia Reprodução/Facebook/3º Regimento de Forças Especiais Independente

Soldados russos usando roupas civis foram mortos após tentar se infiltrar em posições ucranianas no setor de Huliaipole, na região de Zaporizhzhia. O episódio ocorreu entre os dias 10 e 11 de dezembro e foi confirmado pelo Serviço Estatal de Guarda de Fronteiras da Ucrânia.

Segundo a agência, um grupo de homens à paisana se aproximou das posições da guarda de fronteira ucraniana e passou algum tempo observando as defesas. Aproveitando-se do mau tempo, os suspeitos tentaram contornar as linhas e avançar para a retaguarda das forças ucranianas.


A tentativa de infiltração foi descoberta quando um rádio transportado pelo grupo foi ativado durante o deslocamento. O sinal permitiu que os guardas identificassem os homens como integrantes das forças russas. Em seguida, os militares ucranianos abriram fogo e eliminaram um grupo de sabotagem composto por dois homens.

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Após a ação, os guardas encontraram uniformes das forças armadas russas sob as roupas civis usadas pelos mortos. O Serviço Estatal de Guarda de Fronteiras afirmou que o uso de trajes civis para fins militares configura método de guerra proibido. Em comunicado, a agência declarou que as ações “constituem uma grave violação do direito internacional humanitário e são classificadas como perfídia”.


As autoridades ucranianas afirmam que a tentativa de infiltração segue um padrão adotado por unidades russas em operações de sabotagem atrás das linhas de frente. Casos semelhantes já foram registrados em outras regiões do país.

Em episódio anterior, a unidade especial Dozor, da Guarda de Fronteiras da Ucrânia, em conjunto com combatentes da defesa territorial, emboscou e destruiu um grupo de sabotagem ligado ao Centro de Operações Especiais Senezh da Rússia. Segundo Kiev, esse grupo vinha realizando ataques em várias áreas do norte da Ucrânia.

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