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‘Domo Michelangelo’: entenda como funciona IA que protege cidades de mísseis e drones

Sistema reúne sensores terrestres, aéreos, navais e espaciais e plataformas de ciberdefesa

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Leonardo apresentou o sistema 'Domo Michelangelo', que utiliza IA para proteger cidades de mísseis e drones.
  • O projeto integra sensores terrestres, aéreos, navais e espaciais, além de ciberdefesa e algoritmos preditivos.
  • O sistema oferece proteção dinâmica, antecipando atividades hostis e coordenando respostas automáticas.
  • A empresa estima um mercado potencial de 203 bilhões de euros em defesa nos próximos dez anos, com compatibilidade com sistemas da Otan.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

escudo foi concebido para proteger infraestruturas críticas europeias de ameaças de segurança em evolução Divulgação/Leonardo

A Leonardo, empresa italiana de tecnologia aeroespacial e defesa, apresentou em Roma na sexta -feira (28) um sistema integrado que usa inteligência artificial para detectar e neutralizar ameaças como mísseis hipersônicos, enxames de drones, ataques cibernéticos e ofensivas navais e terrestres.

Chamado de ‘Domo Michelângelo’, o projeto faz parte da estratégia da companhia de ampliar sua atuação na segurança global e atender à crescente demanda por soluções multidomínio na Europa e entre países da Otan.


O ‘Domo Michelângelo’ reúne sensores terrestres, aéreos, navais e espaciais, plataformas de ciberdefesa, sistemas de comando e controle e algoritmos preditivos. A proposta é criar uma cúpula dinâmica de proteção capaz de antecipar atividades hostis, rastrear movimentos suspeitos e coordenar respostas automáticas.

Segundo a Leonardo, o sistema consegue operar mesmo diante de ataques coordenados em larga escala e conectar ativos defensivos que vão do fundo do mar ao espaço.


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O diretor-presidente Roberto Cingolani afirmou que a evolução das ameaças torna a inovação indispensável. “A defesa deve inovar, antecipar e abraçar a cooperação internacional”, disse durante a apresentação. Ele explicou que defender pode ser mais caro do que atacar e que a integração tecnológica é necessária para proteger cidades e infraestruturas críticas.

A Leonardo trabalha para ocupar um espaço especializado no setor e aproveitar o aumento dos investimentos em defesa nos países europeus. A empresa afirmou que o ‘Domo Michelângelo’ é compatível com sistemas de todos os membros da Otan e estimou um mercado potencial de 203 bilhões de euros nos próximos dez anos, incluindo vendas de sensores, satélites, sistemas de comando e controle e efetuadores.


O funcionamento do ‘Domo’ depende da fusão de dados coletados por diversos sensores. A IA analisa o conjunto das informações e indica a melhor posição para ativos defensivos, acelerando a tomada de decisão. A plataforma identifica ameaças aéreas, como mísseis e drones, além de ataques de superfície e subaquáticos e avanços hostis em terra.

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