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Entenda o fenômeno que leva poeira do deserto do Saara para o Brasil

Partículas transportadas por ventos alísios devem se intensificar na sexta-feira (27)

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Moradores das regiões Norte e Nordeste do Brasil enfrentam aumento de poeira no ar devido a partículas do deserto do Saara.
  • O fenômeno, transportado por ventos alísios, deve se intensificar principalmente no Nordeste até a sexta-feira (27).
  • A poeira do Saara, conhecida por ser a maior fonte de poeira mineral do mundo, impacta a qualidade do ar e pode afetar a saúde.
  • Especialistas recomendam que pessoas com problemas respiratórios evitem atividades ao ar livre durante o fenômeno.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Vídeo mostra a movimentação da massa de poeira durante a semana Reprodução\X\bbbrezenski

Moradores das regiões Norte e Nordeste do Brasil estão vivenciando um fenômeno que pode deixar o ar turvo e aumentar os níveis de poeira na atmosfera. Isso porque uma massa de partículas vindas do deserto do Saara, no norte da África, está sendo transportada pelos ventos alísios e atingindo áreas brasileiras desde o início da semana.

A expectativa, segundo meteorologistas, é que o fenômeno se intensifique na sexta-feira (27), principalmente no Nordeste. A poeira deve começar a se dissipar ao longo do fim de semana.


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Conhecido como o maior deserto quente do mundo, o Saara também é responsável pela maior fonte de poeira mineral. As partículas minúsculas conseguem ser transportadas por ventos fortes e formam uma espécie de neblina, que alcança a América. O fenômeno costuma ser registrado quase todos os anos por aparelhos específicos na Amazônia, o que ajuda na vegetação da floresta, já que a poeira leva minerais como fósforo e ferro.

No entanto, devido ao diâmetro de aproximadamente 2,5 micrômetros, as partículas comprometem a qualidade do ar, interferindo na formação de nuvens, e impactam na saúde das pessoas, podendo entrar nos olhos e nas vias respiratórias.


Por isso, especialistas recomendam que grupos de risco, ou seja, pessoas com asma, rinite e alergias, evitem atividades ao ar livre durante esses dias.

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