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Entre Trump e os protestos, aiatolá Ali Khamenei está em uma encruzilhada no Irã; veja análise

Estados Unidos ameaçam intervir ‘duramente’ no conflito interno iraniano se houver mais violência contra civis

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Protestos no Irã contra o aumento do custo de vida já resultaram em 45 mortes, incluindo 8 crianças.
  • O presidente iraniano pede moderação aos manifestantes, mas a violência nas ruas persiste.
  • Especialista alerta que o líder Ali Khamenei enfrenta uma encruzilhada entre usar força letal ou perder controle.
  • Estados Unidos ameaçam intervenção se a violência contra civis continuar, enquanto a internet é cortada em todo o país.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Os protestos iranianos contra o aumento do custo de vida no país e o colapso da moeda local cresceram e chegaram a 25 das 31 províncias do Irã; em resposta, a violência contra os grupos aumentou e já contabilizou 45 mortos, sendo oito crianças.

O presidente iraniano solicitou uma “máxima moderação” aos grupos manifestantes, diálogo e escuta às reivindicações, mas o que começou na cidade de Teerã segue crescendo entre os civis.


A gente vê o Ali Khamenei numa encruzilhada. Se ele não usar força letal, ele pode perder o poder de controlar as ruas, como já vem acontecendo nas últimas semanas. E caso ele aumente o seu poderio de força letal contra os manifestantes, pode ser que os Estados Unidos façam uma intervenção”, explica o doutor em ciência política Bruno Pasquarelli, em entrevista ao Conexão Record News.

Leia mais

Donald Trump ameaçou o Irã com “intervenções duras” se as autoridades iranianas permanecerem com a matança contra a população que tem protestado. Em paralelo, o vice-presidente norte-americano, J.D. Vance, ficou ao lado dos iranianos com o discurso de que “eles estão lutando pelos seus direitos”.


Além do caos interno, uma ONG local informou que a internet foi cortada em todo o território iraniano.

“Nós temos um governante no Irã que tem que saber lidar, tem que lidar com essa pressão doméstica de um lado, aonde ele tem as manifestações, e internacional de outro, onde, caso ele utilize mais os armamentos em massa contra a população, pode haver algum tipo de conflito, de retorno por parte dos Estados Unidos”, argumenta o especialista.

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