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Estudo revela países com maior probabilidade de serem atingidos por um meteoro

Cientistas analisaram simulações e descobriram que os objetos interestelares tendem a colidir perto do Equador

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Estudo revela que regiões próximas ao Equador têm maior chance de colisão com meteoro.
  • A probabilidade de um impacto é considerada "extremamente baixa" segundo os cientistas.
  • Objetos interestelares com velocidades lentas são os mais perigosos, aumentando a chance de cruzar o caminho da Terra.
  • Colisões são mais prováveis durante o inverno, quando a Terra está posicionada de forma oposta ao movimento do Sol.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Chance de colisão aumenta durante o inverno, segundo pesquisadores Reprodução/Instagram/@Nasa

Um estudo publicado no arXiv analisou quais regiões do planeta têm maior chance de serem atingidas por um meteoro. Cientistas consideraram trajetórias simuladas de objetos interestelares e descobriram que eles tendem a colidir perto do Equador, especialmente durante o inverno.

Esse padrão tem relação com o movimento da Terra em sua órbita e com a direção para onde o Sol se desloca na Via Láctea. No entanto, os pesquisadores esclareceram que a chance de um meteoro colidir com o planeta é “extremamente baixa”.


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O estudo mostrou que objetos interestelares que transitam com lentidão são os mais perigosos. Isso porque velocidades menores fazem com que a gravidade do Sol consiga puxá-los para dentro do Sistema Solar, aumentando a chance de cruzarem o caminho da Terra. Já os objetos rápidos, como muitos que já foram observados, não oferecem tanto perigo.

Cientistas perceberam ainda um padrão sazonal. Durante o inverno, quando a Terra se posiciona de forma oposta ao movimento do Sol pela Via Láctea, a chance de colisão aumenta.


“Os impactos de maior velocidade têm mais chance de ocorrer na primavera, quando a Terra se move em direção ao ápice solar. No entanto, impactos em geral são mais prováveis no inverno, quando a Terra está posicionada na direção do antápice. Objetos interestelares também têm maior probabilidade de atingir a Terra em baixas latitudes próximas ao Equador, com leve predominância no Hemisfério Norte devido à localização do ápice. Essas distribuições são independentes da densidade numérica assumida de objetos interestelares, de seus albedos ou da distribuição de frequência de tamanhos — e estão disponíveis publicamente”, explica a pesquisa.

Astrônomos têm estudado cada vez mais objetos vindos de fora do Sistema Solar, como o 3I/Atlas, que ganhou atenção mundial. As descobertas mostram que corpos interestelares podem atravessar a Via Láctea com mais frequência do que se imagina. Embora a maioria passe reto, alguns deles podem ser perigosos, de acordo com o estudo.

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