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EUA: China busca condições tarifárias equivalentes às dos outros países, explica professor

Ministério do Comércio chinês solicitou que Washington suspenda medidas tarifárias unilaterais impostas aos parceiros comerciais

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A China avalia decisão da Suprema Corte dos EUA sobre políticas tarifárias.
  • Ministério do Comércio chinês pede a suspensão das tarifas unilaterais dos EUA.
  • Professor Leonardo Trevisan destaca que a China busca condições tarifárias equivalentes às de outros países.
  • Tarifas de 15% podem ser revisadas pelo Congresso dos EUA em meio às eleições de meio de mandato.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A China está realizando uma avaliação completa da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre a política de taxas. O Ministério do Comércio da China solicitou que Washington suspenda as medidas tarifárias unilaterais impostas aos parceiros comerciais, alertando que a disputa entre os dois países é prejudicial.

Segundo o comunicado, as tarifas norte-americanas violam as regras do comércio internacional e a legislação interna dos Estados Unidos. Para Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais, a China está buscando vantagens equivalentes às dos outros países.


Vista aérea de um grande porto com inúmeros contêineres coloridos empilhados e vários guindastes operando; um navio cargueiro longo está atracado ao lado das pilhas de contêineres
Ministério do Comércio chinês pede a suspensão das tarifas unilaterais dos EUA Reprodução/Record News

“Em certas situações em que a China não tinha fechado o acordo, os 15% a beneficiam. Mas, no grosso, na maior parte das exportações, principalmente industriais, que tinham sido fechado um acordo, para a China não é vantagem”, explica em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (23).

Porém, segundo o professor, as tarifas de 15% anunciadas estão sujeitas à revisão no Congresso dentro de cinco meses. Este período coincide com as eleições de meio de mandato — as midterms — nos Estados Unidos, quando a Câmara dos Deputados e dois terços do Senado serão renovados.


“Não há dúvida alguma de que Trump olha para isso com bastante receio de perder as eleições, o que significaria perder o controle do Congresso”, diz Trevisan.

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