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EUA e Rússia estariam discutindo plano secreto de paz para a Ucrânia, diz imprensa americana

Questionado sobre o assunto, porta-voz do Kremlin desconversou

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Fontes indicam que EUA e Rússia estão trabalhando em um plano secreto de paz para a Ucrânia.
  • O plano abrange garantias de segurança para a Ucrânia e relações entre EUA e Rússia.
  • A Rússia se opõe à presença de tropas estrangeiras na Ucrânia e deseja evitar que o país se rearmado durante o cessar-fogo.
  • O porta-voz do Kremlin afirmou não haver novidades sobre as negociações de paz.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um portal de notícias dos Estados Unidos informou que Washington e Moscou trabalham secretamente em um plano de paz para a guerra no leste europeu. Segundo fontes russas e norte-americanas, o plano aborda as garantias de segurança para a Ucrânia, a segurança na Europa e as relações entre Estados Unidos e Rússia.

O professor de política internacional Paulo Velasco explica que negociações do tipo, à margem dos holofotes e sem a pressão da imprensa, são tentativas de “desatar alguns nós”. Sobre as garantias discutidas, ele menciona a oposição da Rússia à presença de tropas estrangeiras em território ucraniano, e um temor pelo fortalecimento do outro lado do conflito.


Professor não vê a Rússia inclinada a aceitar o fim do conflito Reprodução/Record News

“Moscou não quer que se dê armas à Ucrânia enquanto houver um cessar-fogo para que o país não se rearme e não possa voltar de forma mais contundente a travar uma guerra contra a Rússia”, diz em entrevista ao Conexão Record News.

Velasco ainda destaca a questão de controle de territórios, principal impasse nas negociações com Kiev. “A Rússia não aceita devolver a Crimeia, as províncias anexadas em 2022. Então vemos que há alguns pontos abertos. Talvez, em paralelo, consigam se desatar alguns e depois um acordo mais maduro pode ser levado para negociar diretamente com a Ucrânia”.


No entanto, o professor não vê os russos realmente inclinados a, neste momento, aceitar um acordo pelo fim do conflito. Questionado sobre o assunto, o porta-voz do Kremlin disse que não havia nada de novo a informar.

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