EUA: Mais de 100 militares tiveram lesões cerebrais em ataque do Irã
Número de pessoas que apresentaram sintomas de concussão após ataque iraniano contra a base aérea de al-Asad, no Iraque, no início de janeiro
Internacional|Fábio Fleury, do R7

Cerca de 100 militares norte-americanos teriam sofrido lesões cerebrais como consequência do ataque iraniano contra uma base dos EUA no Iraque, há pouco mais de um mês. Na ocasião, o presidente Donald Trump chegou a anunciar que nenhum soldado de seu país teria se ferido no bombardeio.
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Segundo a CNN, uma fonte do setor militar confirmou a informação. No último balanço divulgado pelo Pentágono, o número de militares que apresentavam o quadro de concussão (lesão cerebral leve) era de 64.
Oficiais ligados ao setor de defesa norte-amerciano disseram à emissora que o nome de pessoas atendidas deve continuar a crescer. Cerca de 200 militares estavam na área da base de al-Asad que foi atingida pela maior parte dos 12 mísseis iranianos no último dia 6 de janeiro.
Ataque e retaliação
O ataque do Irã na ocasião foi uma retaliação contra o assassinato do general Qassem Soleimani, comandante da Guarda Revolucionária Iranana, em um ataque de drones dos EUA, no dia 2.
Em mais de uma ocasião, o presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a minimizar o impacto das concussões sofridas pelas tropas norte-americanas.
"Eu ouvi que eles tiveram dores de cabeça e mais algumas coisas, mas eu diria que não é muito sério", disse Trump em uma entrevista coletiva durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, no fim de janeiro.










