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EUA terão papel chave em discussão sobre clima na COP apesar de posição de Trump

Internacional|Do R7

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OSLO/LONDRES (Reuters) - Os Estados Unidos terão um papel importante nas discussões para moldar o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, para a insatisfação de algumas nações que queriam Washington afastado porque o presidente Donald Trump planeja se retirar do acordo.

Oficiais dos EUA disseram que serão construtivos na reunião anual com 195 países em Bonn, Alemanha, entre 6 e 17 de novembro, para trabalhar em um "livro de regras" para o plano do Acordo de Paris de 2015, de reduzir o uso de combustíveis fósseis na economia mundial, neste século.

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Mas outras nações estão divididas entre receber ou repreender os enviados de Washington, depois da decisão de Trump, em junho, de retirar os Estados Unidos do acordo e promover a indústria americana de combustíveis fósseis.

Washington mantém seu lugar nas conversas porque o pacto de Paris estipula que nenhum país pode formalmente sair do acordo antes de novembro de 2020.

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"O regime Trump precisa se afastar e não fazer o resto do mundo de refém da inépcia do presidente", disse Ian Fry, que representa Tuvalu, uma pequena nação no Pacífico, sob o risco de tempestades e inundações.

Ele disse à Reuters que as políticas pró-carvão de Trump e os questionamentos se as mudanças climáticas são causadas pela emissão de gases de efeito estufa podem prejudicar a emergência da reunião entre representantes oficiais e ministros do Meio-Ambiente.

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A Casa Branca não respondeu aos pedidos por comentários, e o Departamento de Estado não programou uma entrevista coletiva antes da reunião, como faz tradicionalmente.

Este ano deve ser o segundo mais quente desde que isso começou a ser registrado, no século 19, atrás de 2016.

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Cientistas afirmam que o aumento das temperaturas resultará em furacões mais poderosos, enchentes e incêndios.

Mas o delegado americano, em reuniões preparatórias, afirmou que fará um papel positivo em Bonn, disse Nazhat Shameen Khan, negociadora chefe de Fiji, que será a presidenta da reunião.

A abordagem dos EUA passa "sinais positivos... não será uma COP destrutiva", disse ela, usando a abreviação de Conferência das Partes, das Nações Unidas sobre mudança do clima.

Não está claro se algum líder político dos Estados Unidos comparecerá.

(Por Alister Doyle e Nina Chestney)

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