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Ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor é preso no Reino Unido, diz TV

De acordo com a BBC, Andrew foi preso por suspeita de má conduta em cargo público e está sob custódia da polícia britânica

Internacional|Do R7, com Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor foi preso por suspeita de má conduta em cargo público.
  • Ele é acusado de ter enviado documentos confidenciais do governo britânico a Jeffrey Epstein.
  • O caso está gerando uma crise política no Reino Unido, afetando o primeiro-ministro Keir Starmer.
  • A relação de Andrew com Epstein custou-lhe títulos e sua residência na família real.

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Homem grisalho, de terno, expressa tristeza com os músculos do rosto com pessoas ao fundo em segundo plano
Ex-príncipe, de 65 anos, enfrenta anos de escrutínio devido à sua amizade com Epstein Toby Melville/Reuters – 16.09.2025

O irmão mais novo do rei Charles, Andrew Mountbatten-Windsor, foi preso nesta quinta-feira (19) sob suspeita de má conduta em função pública, por supostamente ter enviado documentos confidenciais do governo britânico a Jeffrey Epstein, informou a BBC.

De acordo com a BBC, Andrew foi preso por suspeita de má conduta em cargo público e está sob custódia da polícia britânica.


A Polícia do Vale do Tâmisa afirmou neste mês que estava investigando alegações de que Mountbatten-Windsor teria repassado documentos ao falecido criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, de acordo com arquivos divulgados pelo governo dos Estados Unidos.

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“A Polícia do Vale do Tâmisa abriu uma investigação sobre um crime de má conduta em função pública”, disse a corporação em um comunicado divulgado no X.


“Um homem na casa dos 60 anos, de Norfolk, foi preso e permanece sob custódia policial. De acordo com as diretrizes nacionais, não divulgaremos o nome do homem preso.”

Jornais já haviam noticiado que seis carros da polícia descaracterizados e cerca de oito policiais à paisana chegaram à Wood Farm, na propriedade de Sandringham, no leste da Inglaterra, onde Mountbatten-Windsor, que completa 66 anos nesta quinta-feira (19), reside atualmente.


Vazamento de informações

Andrew é suspeito de compartilhar documentos comerciais oficiais britânicos com Jeffrey Epstein em 2010, vazando informações para o falecido criminoso sexual a partir de sua função como enviado do governo, conforme revelam e-mails.

O ex-príncipe enfrenta anos de escrutínio devido à sua amizade com Epstein, uma relação que lhe custou seu lugar na família real, títulos e residência.


O segundo filho da falecida Rainha Elizabeth sempre negou qualquer irregularidade em relação a Epstein e disse lamentar a amizade entre eles, mas não respondeu a pedidos de comentários desde a divulgação dos documentos.

No último lote de arquivos divulgados nos Estados Unidos, e-mails parecem mostrar que Andrew encaminhou a Epstein relatórios sobre o Vietnã, Singapura e outros lugares, que lhe foram enviados em relação a uma viagem que fez a serviço.

A Polícia do Vale do Tâmisa afirmou no início deste mês que estava investigando alegações de que Mountbatten-Windsor teria repassado documentos confidenciais do governo ao falecido criminoso sexual, de acordo com arquivos recentemente divulgados pelo governo dos EUA.

Enviados comerciais geralmente são proibidos de compartilhar documentos confidenciais ou comerciais devido a regras de confidencialidade.

Perda de títulos

Há anos a relação de amizade entre Andrew e Epstein é analisada, o que custou ao ex-príncipe seus títulos e a mansão real em que vivia, da qual teve que se mudar.

O príncipe William e sua mulher, Kate, disseram estar profundamente preocupados com as últimas revelações. Essa foi, até agora, a mensagem mais contundente da realeza sobre o escândalo Epstein.

Crise no governo

As novas revelações dos arquivos de Epstein geraram também a maior crise do mandato do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. Isso após ele nomear um conhecido de Epstein, Peter Mandelson, como embaixador nos Estados Unidos.

Assim como Andrew, parece que Mandelson também compartilhou arquivos governamentais confidenciais com Epstein.

A polícia está investigando alegações de má conduta ocorridas em períodos em que Mandelson exercia cargos públicos.

Por conta da decisão de nomear Mandelson embaixador, o chefe de comunicações de Downing Street, Tim Allan, renunciou.

Ele disse que deixava o cargo para abrir caminho para uma nova equipe de apoio ao primeiro-ministro.

Tal decisão ocorreu um dia após o assessor mais próximo de Starmer, Morgan McSweeney, também deixar o governo em meio às polêmicas envolvendo Epstein.

Críticos dizem que a nomeação do embaixador levanta questões sobre o julgamento e a capacidade de governar de Starmer.

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