Filha de Kim Jong-un faz visita pública a mausoléu e eleva especulação mundial sobre sucessão
Kim Ju-ae foi apresentada ao público em 2022, após aparecer pela primeira vez em um lançamento de míssil balístico
Internacional|Do Estadão Conteúdo
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A filha do líder norte-coreano Kim Jong-un, Kim Ju-ae, visitou publicamente pela primeira vez o mausoléu onde estão os restos mortais do próprio avô e bisavô. A informação foi confirmada pela imprensa estatal e reforça a especulação de que a filha será a sucessora do governo norte-coreano.
A família Kim governa a Coreia do Norte com mão de ferro há décadas. O culto à figura dos integrantes da chamada “linha de sangue Paektu” domina a vida cotidiana do isolado país. O nome e a idade da menina nunca foram oficialmente confirmados pelo governo norte-coreano, mas, de acordo com o jornal britânico The Guardian, um relatório do NIS (Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul, traduzido do inglês) apontou que ela nasceu em 2013 e teria, portanto, 12 anos.
Ela é filha de Kim com a esposa, Ri Sol-ju, e supostamente possui dois irmãos, nascidos em 2010 e 2017, mas eles nunca apareceram em público. Kim Jong Un é o terceiro na cadeia de sucessão daquela que é considerada a única monarquia comunista do mundo, após seu pai, Kim Jong Il, e seu avô, Kim Il Sung. Os dois homens, chamados de “líderes eternos” pela propaganda estatal, estão sepultados no Palácio do Sol de Kumsusan, um grande mausoléu no centro de Pyongyang.
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A agência estatal de notícias norte-coreana, KCNA, informou que Kim visitou o palácio escoltado por funcionários do alto escalão. As imagens mostram a filha do líder como acompanhante da visita. A agência de espionagem da Coreia do Sul já afirmou que ela é a primeira na linha de sucessão para governar a Coreia do Norte, depois de acompanhar o pai em uma visita oficial à China. Ju Ae foi apresentada ao mundo em 2022, quando acompanhou Kim no lançamento de um míssil balístico intercontinental.
Desde então, a imprensa estatal norte-coreana menciona a jovem como “a filha querida” e “hyangdo”, um termo em coreano geralmente reservado aos principais dirigentes e seus sucessores.
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