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Forças armadas dos EUA afundam navio iraniano no Golfo de Omã, próximo ao Irã

Escalada de conflitos marítimos na região afetará o preço do petróleo; 20% da mercadoria passa pela região

Internacional|Do R7, com Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os Estados Unidos afundaram um navio de guerra iraniano no Golfo de Omã.
  • O Comando Central dos EUA exigiu que as forças iranianas depusessem as armas.
  • Pelo menos 150 petroleiros estão ancorados em águas abertas, temendo a escalada de conflitos.
  • 20% do petróleo global passa pelo Estreito de Ormuz, impactando o tráfego marítimo na região.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um jato norte-americano
Ataques dos EUA afundaram uma corveta iraniana da classe Jamaran no Golfo de Omã Reprodução / X (Antigo Twitter) Comando Central dos Estados Unidos da América

As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram neste domingo (01) que afundaram um navio de guerra iraniano e persuadiram as forças iranianas a largarem as armas e abandonarem seus postos.

O Comando Central dos EUA, que supervisiona os ataques ao Irã, disse ter afundado uma corveta — classe de embarcação utilizada principalmente para escolta e patrulha — iraniana da classe Jamaran no Golfo de Omã, no cais de Chah Bahar.


“Como disse o presidente, os membros das forças armadas do Irã, da IRGC (Corpo de Guardas da Revolução Islâmica) e da polícia ‘devem depor as armas’. Abandonem o navio”, disse o Comando Central em uma publicação nas redes sociais, referindo-se às declarações do presidente Donald Trump no sábado (28).

Centenas de petroleiros estão ancorados em áreas próximas ao Estreito de Ormuz

Pelo menos 150 petroleiros ancoraram em águas abertas do Golfo, além do Estreito de Ormuz. Dezenas de outras embarcações permaneceram paradas do outro lado do chamado “ponto de estrangulamento” e permaneceram agrupadas nas costas do Iraque, Arábia Saudita e Catar.


Além disso, no mínimo outros 100 petroleiros estavam ancorados fora do estreito, ao longo das costas dos Emirados Árabes Unidos e Omã e pontos de ancoragem, bem como dezenas de navios cargueiros, de acordo com os dados.

Cerca de 20% do petróleo global passa por Ormuz. Por isso, vários proprietários de petroleiros e grandes empresas petrolíferas suspenderam os embarques da mercadoria após os ataques.


“No momento, nenhuma suspensão formal (do tráfego pelo estreito) foi comunicada internacionalmente pelas autoridades marítimas reconhecidas”, disse o Centro Conjunto de Informações Marítimas, liderado pela Marinha dos EUA, em nota no sábado.

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