Governadores da oposição argentina não aderem a feriado nacional após ataque a Kirchner
Cidades de Mendonza e Jujuy, governadas por representantes do partido UCR (União Cívica Radical), funcionam normalmente nesta quinta-feira (1º)
Internacional|Do R7

Os governos de oposição das cidades argentinas de Mendonza e Jujuy do partido UCR (União Cívica Radical) decidiram não aderir ao feriado nacional decretado pelo presidente Alberto Fernández, na última quinta-feira (1º), devido ao ataque sofrido pela vice presidente Cristina Kirchner.
A política chegava em sua casa no bairro de Recoleta, em Buenos Aires, em meio a apoiadores, quando o brasileiroFernando Andrés Sabag Montiel sacou um revólver em sua direção. Por motivos ainda não conhecidos a arma não efetuou os disparos.
Apesar de repudiarem o atentado, os governadores de Mendonza e Jujuy se distanciaram da medida presidencial, pedindo que os cidadãos “trabalhem”.
“Hoje, mais do que nunca, devemos trabalhar para que as diferenças em nossa sociedade não saiam do quadro da paz”, publicou no Twitter Rodolfo Suarez, governador da província de Mendonza.
O Governo da Província de Jujuy informou que "não tomará nenhuma providência" nesta data. "A atividade escolar e administrativa será normal".
Pistola estava engatilhada, mas falhou na hora de ataque contra Cristina Kirchner; veja fotos
A Justiça da Argentina determinou na terça-feira (1º) a libertação de uma jovem suspeita de participação na tentativa de homicídio contra a vice-presidente Cristina Kirchner, pela qual três pessoas foram detidas e estão sendo processadas. A Câmara de A...
A Justiça da Argentina determinou na terça-feira (1º) a libertação de uma jovem suspeita de participação na tentativa de homicídio contra a vice-presidente Cristina Kirchner, pela qual três pessoas foram detidas e estão sendo processadas. A Câmara de Apelações concluiu pela ausência de mérito para acusar Agustina Díaz, de 21 anos, devido à insuficiência de provas até o momento. No entanto, a decisão não é definitiva.


















