Hezbollah é aliado do governo do Líbano? Entenda a participação dos terroristas na política do país
Pesquisador Igor Lucena diz que milícia libanesa chega a ser ‘pior do que o próprio Hamas’
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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A capital do Líbano tem sido alvo de ataques do Exército israelense desde as ofensivas do grupo terrorista Hezbollah, aliado do Irã, contra o país. Segundo Igor Lucena, economista e doutor em relações internacionais, a milícia xiita “chega a ser pior do que o próprio Hamas”.
Em entrevista ao Alerta Brasil desta terça-feira (3), ele explica a relação dos extremistas com o governo libanês. “O Hezbollah conseguiu uma penetração política muito grande na sociedade. Ele tem assentos dentro do parlamento, e muitas vezes ele faz parte e vota com o governo”, afirma Lucena.
De acordo com o especialista, a situação dentro do Líbano é complexa devido à característica terrorista do grupo, o que dificulta que eles sejam banidos do governo. “Isso é nefasto, porque você termina tendo um grupo terrorista participando em decisões governamentais de um governo legítimo”, pontua.
A atuação do Hezbollah no conflito ocorre, sobretudo, porque ele depende do financiamento do Irã para sobreviver. “A queda do Irã, pelo menos do modelo administrativo que o Irã faz, que é patrocinar o terrorismo internacional, significa na prática a queda do Hezbollah”, conclui Lucena.
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