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Identidade de Flávio com Milei e Netanyahu pode virar isolamento no futuro, diz especialista

Javier Milei e Benjamin Netanyahu parabenizaram o bom desempenho de Flávio sobre Lula nas eleições do último domingo (4)

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro recebeu cumprimentos de Javier Milei e Benjamin Netanyahu por seu desempenho nas eleições.
  • Leonardo Trevisan alerta para a afinidade ideológica de Flávio com Milei e Netanyahu, que pode isolar o Brasil.
  • Netanyahu e Milei enfrentam desafios políticos em seus países, com possíveis mudanças de poder.
  • Nos EUA, Donald Trump pode perder controle do Congresso, impactando sua capacidade de governar.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Após um primeiro turno acirrado, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) disputam o segundo turno da eleição presidencial, que ocorre em 25 de outubro. Líderes internacionais se manifestaram sobre os resultados na noite de domingo (4). Javier Milei, presidente da Argentina, e Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, parabenizaram Flávio Bolsonaro pela votação expressiva.

Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais na ESPM, em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (5), avalia que esses cumprimentos evidenciam uma afinidade ideológica entre os mandatários e o candidato, mas faz um alerta sobre essas aproximações, que podem não ser muito vantajosas num futuro próximo caso ele seja eleito.

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“No final de outubro, mais ou menos coincidindo com o nosso segundo turno, Netanyahu vai às urnas e pode perder o mandato. Não vai mudar muito o cenário no Oriente Médio, mas Netanyahu sai do poder provavelmente. Não é muito diferente com Milei, que também enfrentará as urnas, e há um forte descontentamento na Argentina, principalmente com a inflação. Nós podemos estar à frente de uma identidade ideológica com esses mandatários, que pode se transformar em um isolamento.”

Além disso, nos Estados Unidos também é perceptível uma queda na aprovação do presidente Donald Trump, em que estados muito republicanos, como Texas e Flórida, devem eleger um senador democrata. “A probabilidade é muito alta de o presidente Trump perder o controle da Câmara e do Senado. Esse dado vai significar que os dois últimos anos do mandato de Trump podem estar absolutamente amarrados a um novo Congresso que pode não aprovar suas políticas.”

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