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Irã ataca empresas americanas, em retaliação a ofensivas de Israel

Ação ocorre após autoridades terem alertado que as companhias passariam a ser ‘alvos legítimos’ a partir de 1º de abril

Internacional|Do R7, com Estadão Conteúdo e Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Irã ataca empresas americanas como Siemens e AT&T em resposta a ataques israelenses.
  • A Guarda Revolucionária Islâmica declarou que empresas dos EUA são alvos legítimos a partir de 1º de abril.
  • Entre as 18 empresas ameaçadas estão Microsoft, Google, Apple e Tesla.
  • Ministro das Relações Exteriores do Irã critica bombardeios israelenses a partes da infraestrutura iraniana.

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Mísseis iranianos são exibidos no Museu da Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária iraniana em Teerã
Irã atacou Siemens, AT&T e centros de telecomunicações Majid Asgaripour/WANA via Reuters - 12.11.2025

O Exército do Irã alvejou a Siemens, a AT&T e centros de telecomunicações próximos ao Aeroporto Ben Gurion e a Haifa, em Israel, informou a mídia iraniana Press TV. De acordo com as informações, as instalações eram utilizadas pelas forças armadas israelenses para inteligência artificial, produção de armamentos e redes avançadas.

Uma instalação da Telecom também teria sido atingida na região, aponta uma publicação no X da Al Jazeera, realizada há pouco.


As ofensivas contra as empresas europeias e americana acontecem após a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alertar que as companhias dos EUA e afiliadas no setor de tecnologia e finanças passariam a ser “alvos legítimos” no golfo a partir de quarta-feira, dia 1º de abril.

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As 18 empresas listadas na ameaça da Guarda Revolucionária incluem Microsoft, Google, Apple, Intel, IBM, Tesla e Boeing.


“Essas empresas devem esperar a destruição de suas respectivas unidades em troca de cada ato terrorista no Irã, a partir das 20h, horário de Teerã, na quarta-feira, 1º de abril”, disse a declaração da Guarda Revolucionária do Irã.

A sinalização veio depois de o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, emitir um alerta contra os bombardeios “descarados” de Israel a empresas farmacêuticas, considerados parte da infraestrutura iraniana que os EUA e Israel vêm atacando desde o início da guerra.


“Suas intenções são claras. O erro deles é não estarem lidando com civis palestinos indefesos. Nossas poderosas Forças Armadas punirão severamente os agressores”, escreveu no X.

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