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‘Situação russa nesse momento é um pouco mais constrangedora’, afirma especialista sobre a guerra

Kremlin exige a retirada da Ucrânia de Donetsk; Rússia está enfraquecida militarmente

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Kremlin exige a retirada das tropas ucranianas de Donetsk para encerrar o conflito.
  • A situação da Rússia é preocupante, com dificuldades de recrutamento e perdas territoriais.
  • Os Estados Unidos estão buscando um acordo de paz e têm interesse em manter relações com a Rússia.
  • A guerra pode se prolongar por mais um ano, segundo especialista em segurança internacional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Kremlin voltou a exigir a retirada de tropas ucranianas da parte de Donetsk, que ainda não é controlada por Moscou. Segundo o porta-voz russo, o presidente Volodymyr Zelensky deveria ter tomado a difícil decisão de retirar a força militar da região a fim de encerrar a “fase quente” do conflito no Leste Europeu.

Nesta terça-feira (31), o líder ucraniano afirmou que a Rússia teria informado os Estados Unidos sobre o endurecimento nas condições para um acordo de paz, caso as forças da Ucrânia não fossem retiradas do Donbas em cerca de dois meses.

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“Os Estados Unidos estão interessados num acordo com a Rússia; a Ucrânia já foi rifada [...]. Mas o que está acontecendo? Bom, a situação para os russos não está boa. Eles estão com problemas de recrutamento para repor o efetivo perdido. A ofensiva de inverno foi um desastre; perderam o território na Zaporizhzhya [...] Recuaram também em Donetsk [...] E por que isso aconteceu? A defesa antidrone ucraniana melhorou muito e os americanos cortaram o acesso russo ao Starlink [...] a situação russa nesse momento é um pouco mais constrangedora”, explica o especialista em segurança e estratégia internacional Ricardo Cabral, em entrevista ao Conexão Record News.

Cabral ainda argumenta que, por enquanto, as preocupações dos Estados Unidos não estão totalmente voltadas à Rússia, já que o país tem consciência de que “está em uma posição de força para negociar com os russos”.

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Segundo o especialista, a posição ucraniana é fortemente amparada e apoiada pelos europeus, mas não tem respaldo com os norte-americanos, que querem fechar um acordo com Moscou: “Então eu acredito que a guerra se estenda pelo menos mais esse ano“, ressalta.

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