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Irã cobra tropas após aviso de Trump: ‘Nenhum inimigo deve sobreviver em caso de invasão’

Presidente dos EUA afirmou que o conflito está ‘perto do fim’ e pode terminar em algumas semanas

Internacional|Do R7, com Reuters e Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Irã emitiu um aviso sobre possíveis invasões militares, afirmando que "nenhuma tropa inimiga deve sobreviver".
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o conflito com o Irã está "perto do fim", mas aumentou tropas no Golfo Pérsico, gerando preocupações.
  • A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã realizou ataques a instalações dos EUA na região, afirmando que a operação é uma resposta aos ataques anteriores contra o Irã.
  • O Irã ameaçou que, se houver novas agressões, a resposta será "muito mais dolorosa" e pode incluir alvos estratégicos dos EUA.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Amir Hatami afirmou que tropas devem estar prontas para neutralizar qualquer tipo de ataque Reprodução/Reuters - 02.04.2026

O quartel-general operacional do Irã deve monitorar “os movimentos inimigos com o máximo pessimismo e precisão” e estar pronto para neutralizar qualquer método de ataque, afirmou o chefe do exército iraniano, Amir Hatami, em declarações divulgadas pela mídia estatal nesta quinta-feira (2).

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o conflito com o Irã está “perto do fim” e pode terminar em algumas semanas, mas o aumento paralelo do número de tropas americanas no golfo Pérsico gerou preocupações de que preparativos para possíveis operações terrestres possam estar em andamento.

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“Nenhuma tropa inimiga deve sobreviver se os adversários tentarem uma operação terrestre”, disse Hatami, segundo a mídia estatal .

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Ebrahim Zolfaqari, porta-voz do quartel-general central Khatam al-Anbiya das Forças Armadas do Irã, afirmou que a guerra continuará até o “arrependimento irreversível e a rendição final” dos inimigos de Teerã, segundo um comunicado divulgado pela mídia iraniana.

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Ataques do Irã

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, na sigla em inglês) afirmou ter realizado ataques com mísseis e drones contra instalações ligadas aos Estados Unidos no golfo, incluindo setores siderúrgico e de alumínio em países como Emirados Árabes Unidos e Bahrein.

Segundo o comunicado, a ofensiva integra a 90ª onda de ataques da operação “Promessa Verdadeira 4” e foi conduzida por forças aeroespaciais e navais do grupo.

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A IRGC disse que os alvos incluíram indústrias siderúrgicas dos EUA em Abu Dhabi e “partes intactas das instalações de alumínio” americanas no Bahrein, além de posições militares dos Estados Unidos próximas a Manama.

A ação foi descrita como resposta a ataques anteriores contra a indústria iraniana. “Havíamos advertido que, em caso de repetição de ataques às indústrias do Irã, destruiríamos as instalações americanas na região”, afirmou.

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O comunicado também menciona vítimas entre forças americanas, dizendo que dezenas de militares teriam sido mortos ou feridos. Segundo a IRGC, áreas atingidas foram isoladas e houve fluxo contínuo de ambulâncias após os bombardeios.

A Guarda Revolucionária classificou a operação como um “aviso” e elevou o tom contra Washington. “Se as indústrias iranianas forem atingidas novamente, a próxima resposta será muito mais dolorosa”, declarou, acrescentando que novos ataques poderão mirar “infraestruturas principais” e instalações econômicas dos EUA na região.

O grupo também alertou o presidente dos EUA contra a ampliação do conflito, afirmando que novas ameaças podem “tornar o mundo inseguro para os EUA”.

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