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Irã impõe seis condições para encerrar a guerra com Estados Unidos e Israel

Exigências incluem fechamento de bases norte-americanas, extradição de figuras de mídia ‘hostis’ e novo marco legal para Ormuz

Internacional|Isadora Mangueira, do R7*

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Irã propõe seis condições para encerrar a guerra com os EUA e Israel.
  • Entre as exigências estão o fechamento de bases norte-americanas e a extradição de figuras de mídia 'hostis'.
  • O conflito recente resultou em pelo menos 2 mil mortos em 15 dias.
  • Irã afirma ter controle sobre o espaço aéreo israelense e continuará a retaliar até obter uma lição histórica para os EUA.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um oficial de alto escalão do regime iraniano anunciou, na manhã deste domingo (22), que o país estaria disposto a encerrar a guerra com Estados Unidos e Israel sob seis condições-chave. Nas últimas semanas, o Oriente Médio assistiu a uma escalada horizontal do conflito que deixou ao menos 2 mil mortos em 15 dias, de acordo com balanço divulgado pela Reuters.

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Regime quer passar lição histórica aos seus inimigos, diz oficial Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via Reuters - 22.03.2026

Apesar das propostas apresentadas por diversos mediadores e nações vizinhas da região, o Irã insiste que as seis condições devem ser levadas a sério e cumpridas para que qualquer acordo seja alcançado. Dentro do que foi descrito como “novo quadro jurídico e estratégico”, o país exige:


  • Garantias de prevenção à recorrência de guerra
  • Fechamento das bases militares dos EUA na região
  • Pagamento de uma compensação à República Islâmica
  • Encerramento de guerras em todos os fronts regionais
  • Estabelecimento de um novo marco legal para o estreito de Ormuz
  • Acusação e extradição de figuras de mídia consideradas hostis ao regime iraniano

O Irã alega estar implementando — com “paciência altamente estratégica” — um plano de múltiplas fases e previamente elaborado contra a agressão norte-americana e israelense. Ainda segundo o oficial de alto escalão, o país teria estabelecido “controle completo” do espaço aéreo israelense e deve continuar a promover “punições ao agressor” até conseguir passar uma lição histórica ao presidente Donald Trump.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Raphael Hakime, editor-chefe

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