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Irã não tem medo nenhum das ameaças de Trump, avalia especialista

Trump volta a subir o tom contra Teerã, mas preço do petróleo sinaliza situação desfavorável; veja a análise de Leonardo Trevisan

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump considera opções como "eliminar o Irã" ou "chegar a um acordo" sobre a situação no Oriente Médio.
  • A Guarda Revolucionária iraniana ameaçou retaliar caso haja agressão dos EUA.
  • Leonardo Trevisan destaca que Trump não tem limites para suas ameaças e menciona o impacto no preço do petróleo.
  • O preço do barril de petróleo permanece alto, impulsionado pelas tensões entre EUA e Irã.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no último domingo (20), em entrevista, que ainda está avaliando o que fazer com o Irã. Trump descreveu as opções em consideração como “eliminar o Irã”, “deixar o país apodrecer economicamente” ou “chegar a um acordo”. Em resposta às declarações de Trump, a Guarda Revolucionária iraniana ameaçou atacar novos alvos em caso de uma agressão norte-americana.

Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM, em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (21), afirma que o presidente americano não tem limites para suas ameaças, mas lembra que a situação não está favorável a Washington.

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“Quando a gente olha para isso, nós temos uma medida, nós temos um outro termômetro para olhar se tudo que o presidente Trump está falando é real, vai ser verdadeiro. O preço do petróleo, quer dizer, ele não baixou de US$ 100 o barril, estava em US$ 60 quando a guerra começou.”

Trevisan acrescenta que, antes das ameaças feitas por Trump, o preço do barril de petróleo estava na casa dos US$ 85, quando o Irã decidiu interromper a produção na Arábia Saudita, que pediu ajuda dos Estados Unidos para enfrentar os houthis, que estão exatamente impedindo a produção de petróleo da maior produtora do mundo, o que foi negado pelo governo americano.

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“Em outras palavras, os limites da ação militar dos Estados Unidos estão postos. O petróleo continua a subir. Quando a gente olha para isso, talvez a gente tenha que entender que o mundo inteiro, principalmente os iranianos, não tem medo nenhum dessas ameaças. Muito pelo contrário. Tanto é assim que o petróleo está subindo e não caindo”, conclui.

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