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Israel anuncia que ministro da Inteligência do Irã foi morto

Ministro israelense anunciou a morte de Khatib e disse que ‘surpresas significativas são esperadas ao longo deste dia’

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, anunciou a morte do ministro da Inteligência do Irã, Esmail Khatib.
  • A morte de Khatib ocorreu após Israel eliminar outros altos funcionários iranianos nas últimas 48 horas.
  • Khatib foi sancionado pelos EUA em 2022 devido a atividades cibernéticas contra os Estados Unidos e seus aliados.
  • Segundo o Tesouro dos EUA, seu ministério é responsável por graves abusos dos direitos humanos no Irã.

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Ministro da Defesa de Israel, Israel Katzel, anuncia a morte de Khatib durante a noite
Israel Katz afirmou que Khatib foi morto durante a noite Reuters - 18.03.2026

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou, nesta quarta-feira (18), que o exército israelense matou o ministro da Inteligência do Irã, Esmail Khatib.

Katz anunciou a morte de Khatib e disse que “surpresas significativas são esperadas ao longo deste dia em todas as frentes”, sem dar mais detalhes.


A morte de Khatib ocorre um dia após Israel ter matado o alto funcionário de segurança iraniano Ali Larijani e o chefe da força paramilitar Basij, composta por voluntários da Guarda Revolucionária.

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O Departamento do Tesouro dos EUA havia sancionado Khatib em 2022, devido ao Ministério da Inteligência “envolver-se em atividades cibernéticas contra os Estados Unidos e seus aliados”.


Khatib “dirige várias redes de agentes de ameaças cibernéticas envolvidos em espionagem cibernética e ataques de ransomware em apoio aos objetivos políticos do Irã”, disse o Tesouro na época.

O Tesouro também chamou o Ministério da Inteligência do Irã, em outra rodada de sanções, de “um dos principais serviços de segurança do governo iraniano, responsável por graves abusos dos direitos humanos”.


“Sob sua liderança, o Ministério da Inteligência reprimiu um grande número de defensores dos direitos humanos, ativistas dos direitos das mulheres, jornalistas, cineastas e membros de grupos religiosos minoritários”, afirmou.

O Ministério da Inteligência “também perseguiu agressivamente indivíduos que relatam abusos e violações dos direitos humanos no Irã, bem como suas famílias, e submeteu detidos à tortura em centros de detenção secretos durante seu mandato”, segundo o Tesouro americano.

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