Internacional Joe Biden descarta envio de tropas dos EUA ou da Otan à Ucrânia

Joe Biden descarta envio de tropas dos EUA ou da Otan à Ucrânia

Presidente americano afirmou que uma invasão russa ao país vizinho pode gerar sanções econômicas pessoais a Vladimir Putin

  • Internacional | Do R7 com informações da AFP

Joe Biden tem discutido ativamente a questão que envolve a Rússia e a Ucrânia

Joe Biden tem discutido ativamente a questão que envolve a Rússia e a Ucrânia

Anna Moneymaker / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta terça-feira (25) que “não há intenção” de enviar tropas americanas à Ucrânia, mas voltou a advertir a Rússia para o risco de enfrentar sanções severas se ordenar um ataque ao país vizinho.

Em declarações a jornalistas, Biden afirmou que a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) também não deve disponibilizar forças militares para a Ucrânia.

Embora tenha descartado a presença de tropas dos Estados Unidos em um possível embate ucraniano, o presidente americano considera impor sanções econômicas pessoais ao líder russo Vladimir Putin em caso de invasão à Ucrânia.

Apesar da fala de Biden indicar uma saída militar dos EUA da tensão entre os dois países europeus, os americanos puseram na última segunda-feira (24) 8.500 soldados em alerta para ser enviados à Europa em uma possível ação russa.

O porta-voz do Pentágono, John Kirby, disse que a maior parte dos 8.500 soldados dos EUA estava sendo notificada de ordens de prontidão para que pudesse preencher as fileiras de uma força de resposta rápida da Otan, caso a aliança fizesse uma convocação ao serviço.

Nas últimas semanas, o governo da Rússia reagiu negativamente a uma fala de Biden, que afirmava ser “um desastre para a Rússia” uma virtual invasão à Ucrânia. Segundo o presidente dos EUA, o país perderia vidas e sofreria duras sanções econômicas.

Para o Kremlin, essas declarações "podem contribuir para desestabilizar a situação" e "levantar esperanças totalmente falsas" entre algumas autoridades ucranianas, segundo o porta-voz, Dmitri Peskov.

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