Logo R7.com
RecordPlus
‌

Justiça dos EUA acrescenta tortura às acusações contra Nicolás Maduro

Julgamento está marcado para 1º de junho de 2027, e ambos se declararam inocentes

Internacional|Do Estadão Conteúdo

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Nicolás Maduro e Cilia Flores foram acusados nos EUA de conspiração para cometer tortura.
  • As acusações de tortura se somam às já existentes de tráfico de drogas.
  • Os promotores alegam que Maduro e Flores torturaram opositores políticos e cidadãos americanos.
  • O julgamento de Maduro e Flores está marcado para 1º de junho de 2027 em Nova York.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Captured Venezuelan President Nicolas Maduro is escorted, as he heads towards the Daniel Patrick Moynihan United States Courthouse in Manhattan for an initial appearance to face U.S. federal charges including narco-terrorism, conspiracy, drug trafficking, money laundering and others in New York City, U.S., January 5, 2026. REUTERS/Adam Gray     TPX IMAGES OF THE DAY
Maduro foi capturado em Caracas e levado para Nova York em janeiro deste ano Adam Gray/Reuters - 5.1.2026

O ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro e sua mulher, Cilia Flores, foram acusados nesta quinta-feira (8), nos Estados Unidos, de conspiração para cometer tortura.

A nova acusação foi incluída em uma denúncia apresentada à Justiça federal de Manhattan e se soma às acusações de tráfico de drogas que o casal já enfrenta.

‌

Segundo os promotores americanos, Maduro e Flores participaram de ações de tortura contra opositores políticos e cidadãos americanos para manter o controle sobre o governo venezuelano.

Veja Também

Maduro, de 63 anos, e Cilia, de 69, foram capturados em 3 de janeiro, em Caracas, durante uma operação militar dos Estados Unidos, e levados a Nova York para responder às acusações de tráfico de drogas.

‌

Os dois se declararam inocentes e estão presos no Brooklyn Metropolitan Detention Center. O julgamento está marcado para 1º de junho de 2027.

A denúncia, segundo informações da agência Reuters, cita episódios envolvendo um militar venezuelano e um cidadão americano.

‌

No primeiro caso, ocorrido em 2013, promotores afirmam que Maduro ordenou a prisão de um oficial suspeito de planejar um golpe.

Segundo a acusação, agentes de contrainteligência interrogaram o militar com choques elétricos e o mantiveram suspenso pelas mãos e pelos pés.

‌

Em outro episódio, em 2022, um cidadão americano detido ao entrar na Venezuela foi acusado de conspirar para assassinar Maduro. De acordo com os promotores, ele sofreu agressões e choques elétricos durante a prisão.

Os advogados de Maduro não comentaram a nova acusação.

Durante audiência nesta quinta-feira (8), sobre um pedido de liberdade de Cilia, o advogado Mark Donnelly afirmou que ainda não havia tido tempo de discutir a nova acusação com a cliente. Ela não foi chamada a se declarar sobre a nova denúncia.

A ex-procuradora-geral da Venezuela pede para deixar a prisão por motivos de saúde e realizar um procedimento cardíaco.

A defesa propôs que ela fique em uma residência na região de Nova York, sob segurança privada 24 horas por dia.

Os promotores são contra a soltura e alegam que Cilia recebe atendimento médico adequado, além de representar risco de fuga e de intimidação de testemunhas.

O juiz Alvin Hellerstein afirmou que ela parecia relativamente saudável durante a audiência.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.