Logo R7.com
RecordPlus

‘Lolita Express’: como era o avião de Jeffrey Epstein, usado para transportar garotas

Boeing 727 levava menores de idade dos Estados Unidos para as Ilhas Virgens Americanas.

Internacional|Do R7

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Jeffrey Epstein acumulou cerca de 600 horas de voo por ano em seu Boeing 727, conhecido como Lolita Express.
  • O avião era usado especialmente para transportar jovens dos EUA às Ilhas Virgens Americanas.
  • Epstein, acusado de tráfico sexual de menores, foi preso em 2019 e cometeu suicídio um mês depois.
  • Documentos revelam que personalidades como o ex-príncipe Andrew e Bill Clinton utilizaram a aeronave.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Epstein foi detido em 2019, acusado de tráfico sexual de menores de idade Divulgação\Redes sociais

O criminoso sexual Jeffrey Epstein já chegou a acumular cerca de 600 horas de voo por ano, segundo o jornal The Sun. Entre os meios de transporte do empresário norte-americano, estava um Boeing 727 que ficou conhecido como Lolita Express.

A aeronave recebeu esse nome por ser utilizada principalmente para transportar jovens dos Estados Unidos para as Ilhas Virgens Americanas.


LEIA MAIS

Fabricado em 1967, o avião conta com área de convivência, que inclui sofás e poltronas, quartos e banheiros espaçosos. Ele foi usado principalmente entre 1990 e os anos 2000. Acredita-se que diversas mulheres foram abusadas no jato.

Além de transportar menores de idade, Epstein teria emprestado a aeronave para o ex-príncipe Andrew, que voou entre 1999 e 2006. Segundo documentos divulgados por autoridades norte-americanas, Bill Clinton também teria usado o transporte.


Jeffrey Epstein

O empresário, natural de Nova York, foi detido em 2019 e se suicidou um mês após começar a cumprir a pena. Ele foi acusado de tráfico sexual de menores. Segundo investigações, durante os anos 2000, Epstein liderou uma rede de tráfico que consistia em pagar jovens por atos sexuais.

Acredita-se que o bilionário tenha abusado de mais de 200 meninas. Além disso, as vítimas também eram instruídas a trabalharem como “recrutadoras” para o criminoso, levando outras garotas para os imóveis dele.

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.