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Mais de 15 mil asteroides ‘destruidores de cidades’ orbitam a Terra, alerta a Nasa

Agência espacial americana alega dificuldades para monitorar todos os corpos celestes

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Nasa estima que mais de 15 mil asteroides capazes de destruir cidades permanecem não detectados.
  • Uma descoberta tardia pode levar a uma catástrofe regional com pouco tempo para reação.
  • Atualmente, existem cerca de 25 mil asteroides conhecidos.
  • A dificuldade na detecção se deve a muitos asteroides serem escuros ou estarem em áreas complicadas de monitorar.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Asteroides podem devastar parte do planeta Reprodução/Nasa

A Nasa, a Agência Espacial Americana, estima que mais de 15 mil asteroides potencialmente perigosos ainda não foram identificados, o que deixa a Terra vulnerável a impactos capazes de devastar cidades inteiras.

Na prática, a lacuna no monitoramento indica que uma descoberta tardia poderia obrigar governos a lidar com uma possível catástrofe regional com pouco tempo para se preparar ou reagir.

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Os dados foram apresentados em uma reunião recente na Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAA) em Phoenix, no estado americano do Arizona.

Durante o encontro, Kelly Fast, diretora interina de Defesa Planetária da Nasa, apresentou dados sobre cerca de 25 mil asteroides conhecidos e informou que aproximadamente 40% deles já foram catalogados.

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A grande maioria, no entanto, ainda é desconhecida. Isso ocorre não por serem raros, mas porque muitos são escuros ou posicionadas em partes do céu que os telescópios têm dificuldade em monitorar.

Nessas situações, detectá-los com antecedência continua sendo a principal estratégia de monitoramento. A maioria dos telescópios procura pela luz do Sol refletida nesses corpos, porém muitos asteroides de porte médio passam anos próximos ao brilho solar quando observados da Terra.

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Além disso, órbitas semelhantes à da Terra fazem com que alguns desses corpos se desloquem quase ao nosso lado, o que dificulta identificá-los como objetos em movimento.

Até 2027, a Nasa pretende lançar o Near-Earth Object Surveyor, um telescópio espacial infravermelho capaz de detectar asteroides escuros a partir do calor que emitem. Estudos preliminares indicam que essa tecnologia poderá identificar até 90% desses corpos celestes.

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