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Mapa: veja de onde partiram os ataques da Rússia contra a Ucrânia

Exército russo invadiu regiões da fronteira com a Ucrânia e também entrou pelo Mar Negro e por Belarus

Internacional|Do R7

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Os ataques da Rússia contra a Ucrânia aconteceram principalmente próximos às fronteiras do país, como Lviv, Lutsk, Chernobyl, Kharkiv, Mariupol e Kherson. Também houve ataques nas regiões separatistas de Lugansk e Donetsk, onde muitas pessoas não reconhecem o poder central da Ucrânia e são pró-Rússia.

A capital Kiev também foi alvo dos ataques, levando a população a fugir da cidade rumo à Hungria e à Romênia (veja no mapa abaixo).

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Veja de onde partiram os ataques da Rússia à Ucrânia
Veja de onde partiram os ataques da Rússia à Ucrânia

Também houve ataques à cidade de Dnipro, na região central. As tropas da Rússia também invadiram a Ucrânia a partir de Belarus, país aliado a Moscou. Portos e aeroportos do país foram atingidos pelos ataques.

Outra frente da invasão foi a península da Crimeia, anexada à Rússia em 2014. Houve ataques a partir do Mar Negro, de onde os militares russos entraram na Ucrânia pela cidade portuária de Odessa.

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As Forças Armadas da Rússia usaram armas de alta precisão contra infraestruturas militares, e, embora o Ministério da Defesa do país tenha garantido que civis não foram atacados, pelo menos quatro foram mortos nesta quinta-feira (24), em uma ofensiva de milícias separatistas pró-Rússia contra um hospital na região de Donetsk.

Neste primeiro dia de invasão, milhares de ucranianos deixaram o país rumo às nações vizinhas Hungria e Romênia. Houve informações de engarrafamentos quilométricos em estradas que levam à saída de Kiev, capital da Ucrânia.

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Prédio atingido por ataque no leste da Ucrânia
Prédio atingido por ataque no leste da Ucrânia

Saldo total do primeiro dia de ataque das forças russas à Ucrânia: 137 mortos, entre soldados e civis, e 316 feridos. A informação foi passada por Volodmir Zelenski, presidente ucraniano, nesta quinta-feira (24). Mais cedo, o Ministério da Saúde da Ucrânia havia informado um número menor de mortos e feridos.

O governo do presidente Volodmir Zelenski pediu à população da Ucrânia que doe sangue e que, caso precise de assistência médica, busque atendimento fora de hospitais.

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