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Mortos em ataque a complexo hoteleiro no Quênia chegam a 21

Entre as vítimas estão 16 quenianos, um britânico, um americano e três pessoas de origem africana que ainda não foram identificadas

Internacional|Do R7

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Grupo jihadista Al Shabab reivindicou autoria de ataque
Grupo jihadista Al Shabab reivindicou autoria de ataque

O número de mortos no ataque ocorrido na última terça-feira (15) contra um luxuoso complexo hoteleiro no norte de Nairóbi, capital do Quênia, subiu de 14 para 21, segundo informações do inspetor geral da polícia local, Joseph Boinnet.

Durante entrevista coletiva no final da noite de ontem, Boinnet afirmou que seis novos corpos foram encontrados no complexo 14 Riverside e que um policial morreu pela gravidade de seus ferimentos.


Entre os mortos estavam 16 quenianos, um britânico, um americano e três pessoas de origem africana que ainda não foram identificadas, disse o inspetor.

Além disso, Boinnet afirmou que 28 pessoas ficaram feridas e que "dois suspeitos" foram presos em conexão com o ataque.


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"Temos motivos para acreditar que (os detentos) facilitaram o ataque. Eles estão ajudando a polícia nas investigações", ressaltou.

O presidente Uhuru Kenyatta, deu ontem por encerrada a operação policial para prender os agressores no complexo 14 Riverside, no bairro de Westlands, onde "todos os terroristas foram eliminados" e mais de 700 civis foram resgatados.


"O meu coração e de todo queniano está com cada homem e mulher inocente atingidos por uma violência sem sentido", lamentou Kenyatta.

O grupo jihadista Al Shabab, da Somália, reivindicou a autoria do ataque - através do porta-voz Ali Dheere - em mensagem veiculada em sua emissora de rádio "Andalus" e afirmou: "Os não muçulmanos são nossos alvos e vamos matá-los onde se esconderem de nós.

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