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Negativa do Irã ao plano de paz dos EUA é melhor do que o silêncio, avalia especialista

Segundo Igor Lucena, o fato de haver uma resposta mostra que Teerã está disposto a negociar

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os Estados Unidos propuseram um plano de 15 pontos para encerrar a guerra com o Irã, incluindo controle nuclear e limitação de mísseis.
  • O Irã rejeitou a proposta, defendendo seu direito soberano sobre o estreito de Ormuz.
  • O economista Igor Lucena afirma que a negativa do Irã pode ser vista como um início de negociações, já que o país agora está respondendo.
  • Lucena também menciona que o presidente Donald Trump pode enfrentar desafios nas próximas eleições, dependendo de um resultado positivo com o Irã.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Os Estados Unidos enviaram um plano com 15 pontos para colocar um fim na guerra com o Irã. O texto prevê um controle nuclear e uma limitação de mísseis balísticos iranianos. O Irã rejeitou a proposta norte-americana, alegando querer o direito soberano de exercer autoridade sobre o estreito de Ormuz.

Em entrevista ao Hora News desta quarta-feira (25), o economista e professor de relações internacionais Igor Lucena diz que essa rejeição é “um primeiro momento”; a partir dela podem começar negociações de verdade.


“O pior seria o fato de dizer que estão falando sozinhos. Agora não estão mais falando sozinhos; o Irã respondeu [...] É ruim, óbvio, porque não há aceite, mas é um início de conversas. Isso talvez seja positivo”, explica.

O especialista fala também de um possível erro de cálculo de Donald Trump ao lidar com seus aliados internacionais a partir das consequências desse conflito. Segundo ele, isso pode impactar o resultado das eleições de meio de ano nos EUA: “O presidente Trump entende agora que a sua própria sobrevivência dentro do cargo depende de um resultado positivo nesse acordo com os iranianos”.

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