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Novo mandato de Trump, conflitos comerciais e roubo no Louvre: o que foi notícia no mundo em 2025

Tarifaço, tensão entre EUA e China, guerra na Faixa de Gaza e incêndio em Hong Kong também marcaram o ano

Internacional|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump toma posse para seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos em 2025.
  • Criminosos roubam joias da coroa francesa no Louvre, avaliadas em US$ 100 milhões.
  • Trump impõe tarifas comerciais ao Brasil, aumentando dos 10% para 50%, gerando tensão diplomática.
  • Um incêndio em Hong Kong resulta em 36 mortes, sendo considerado um dos mais mortais em décadas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Incêndio destruiu torres de 32 andares no distrito de Tai Po, ao norte de Hong Kong Tyrone Siu/Reuters - 26.11.2025

Em 2025, o cenário internacional foi marcado por disputas comerciais, sanções e tensões diplomáticas.

Entre mortes de líderes religiosos e a taxação imposta pelos Estados Unidos ao Brasil, o R7 separou algumas das principais notícias do ano.


Retrospectiva 2025 ⠀⠀⠀

Nos primeiros dias do ano, o 47º presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, tomou posse em Washington, D.C., para seu segundo mandato. Durante sua campanha, o republicano prometeu medidas em relação à imigração, à economia e à guerra na Ucrânia.

No Brasil, os oposicionistas chegaram a acreditar que o retorno de Trump à Casa Branca poderia significar a eleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar da inelegibilidade dele.


Trump voltou à Casa Branca após quatro anos. Ele chegou à presidência pela primeira vez em 2016, após derrotar a democrata e ex-primeira-dama Hillary Clinton nos colégios eleitorais. No entanto, não se reelegeu em 2020, quando o democrata Joe Biden venceu a disputa.

Retrospectiva 2025 ⠀⠀⠀

Em outubro, um grupo de criminosos invadiu o museu do Louvre, na França, para roubar oito joias da coroa francesa, avaliadas em US$ 100 milhões.


O assalto ocorreu logo após a abertura do museu, quando quatro suspeitos chegaram em motos e usaram uma plataforma mecânica montada em um veículo para acessar uma varanda que conduz à Galeria Apolo.

A polícia da França prendeu vários suspeitos de participação no roubo milionário.


Retrospectiva 2025 ⠀⠀⠀

Em abril, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um pacote de tarifas comerciais recíprocas que afetaria diversos países. Na época, o republicano mostrou uma tabela com os valores que seriam cobrados de cada nação, e os produtos do Brasil foram taxados em 10%.

Meses depois, em julho, o republicano assinou uma ordem executiva que impôs uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros comprados pelos EUA — o que elevou o total da taxa para 50%.

Ao justificar a medida, Trump citou os processos judiciais enfrentados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Destacou, ainda, uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos”.

Em novembro, após um longo período de divergência, o governo dos Estados Unidos revogou a última parte do tarifaço de 50% aplicado sobre produtos importados do Brasil e de outros mercados. A medida encerrou oficialmente o pacote tarifário para a maior parte dos produtos brasileiros.

Retrospectiva 2025 ⠀⠀⠀

Em um novo capítulo de tensão entre China e Estados Unidos, as duas maiores potências mundiais entraram em uma guerra comercial, que resultou em tarifas de quase 150%. O conflito começou após Trump anunciar uma taxação adicional à China de 34%.

Em resposta, o país asiático retribuiu a alíquota com o mesmo percentual. No auge do conflito, as retaliações resultaram em tarifas de 125% para os Estados Unidos e 145% para a China. Desde o início do atual mandato, Donald Trump tem aplicado tributos sobre as importações de diferentes produtos.

No mês passado, as duas potências deram uma trégua e retiraram as taxas importas pelos governos. O movimento ocorreu após uma reunião realizada entre Trump e o presidente chines, Xi Jinping, na Coreia do Sul em outubro.

Guerra comercial entre China e EUA Luce Costa/ Arte R7
Retrospectiva 2025

No fim de julho, o governo dos EUA sancionou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes com a Lei Magnitsky. A medida é uma sanção econômica, que inclui o bloqueio de contas bancárias e de bens em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país. É aplicada, em geral, a acusados de corrupção ou de graves violações de direitos humanos.

Em 30 de julho, o governo dos Estados Unidos inclui o nome de Moraes na lista de sancionados. Ao anunciar a medida, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, disse que Moraes estava sendo o juiz e o executor de uma “caça às bruxas”.

Na abertura do semestre judiciário, em agosto, o ministro Alexandre de Moraes declarou que não aceitaria chantagem do governo norte-americano. “As ações prosseguirão, o rito processual do Supremo Tribunal Federal não se adiantará, não se atrasará, o rito processual vai ignorar as sanções praticadas. Esse relator vai ignorar as sanções que foram aplicadas e continuará trabalhando como vem fazendo”, ressaltou.

Cerca de um mês depois, Bolsonaro e seus aliados foram condenados pelo STF pela trama golpista. Na sequência, os EUA estenderam as sanções à mulher do ministro, a advogada Viviane Barci, e a uma empresa da família.

Após o encontro de Lula e Trump na Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, o líder norte-americano disse em seu discurso que os dois tiveram uma “química excelente”. Com a aproximação dos presidentes, os EUA revogaram as sanções contra o ministro.

Retrospectiva 2025 ⠀⠀⠀⠀

Em outubro deste ano, Israel aprovou um plano de cessar-fogo na Faixa de Gaza após dois anos da guerra com o grupo terrorista Hamas.

A aprovação veio após o gabinete de Segurança e os ministros da coalizão de Netanyahu avaliarem e referendarem os termos costurados pelos Estados Unidos.

O acordo foi dividido em fases. A primeira parte previa pontos como cessar-fogo imediato, libertação dos reféns mantidos em cativeiro pelos terroristas e soltura de prisioneiros palestinos, além da abertura de corredores para ajuda humanitária.

Apesar do acordo, a trégua durou pouco tempo. Dias após o cessar-fogo entrar em vigor, as Forças de Defesa de Israel lançaram bombas em Gaza em resposta a ataques dos terroristas do Hamas a soldados israelenses.

Israel afirmou que grupos palestinos armados, incluindo o Hamas, violavam o cessar-fogo constantemente. Dessa forma, o país disse que suas ações eram retaliações defensivas aos ataques dos terroristas.

Retrospectiva 2025 ⠀⠀⠀

Um dos incêndios mais mortais em três décadas em Hong Kong destruiu torres residenciais revestidas com andaimes de bambu inflamáveis. Segundo autoridades, pelo menos 36 pessoas morreram e 279 estavam desaparecidas em 26 de novembro.

Mais de 10 horas após o início do incêndio no distrito de Tai Po, ao norte da cidade, chamas e fumaça densa ainda consumiam as torres de 32 andares, enquanto equipes de resgate trabalhavam no local e moradores em estado de choque observavam das proximidades.

A causa do incêndio ainda não foi determinada, mas acredita-se que ele tenha sido alimentado por telas de proteção verdes e andaimes de bambu, cuja utilização o governo começou a eliminar gradualmente em março por motivos de segurança, segundo a Reuters.

Retrospectiva 2025 ⠀⠀⠀⠀

A brasileira Juliana Marins, de 26 anos, morreu em junho após sofrer uma queda durante uma trilha no Monte Rinjani, um vulcão na Indonésia.

O acidente ocorreu em uma área íngreme e de difícil acesso, e as operações de resgate levaram vários dias, prejudicadas por condições climáticas, até que o corpo fosse localizado.

A autópsia apontou múltiplos traumas e hemorragia interna como causa da morte, e um segundo exame no Brasil indicou que ela sobreviveu por mais de um dia após a queda.

O caso gerou forte comoção e críticas da família, que questionou a demora no resgate, além de debate no Brasil sobre a atuação das autoridades e as regras para repatriação do corpo, que acabou sendo trazido ao país e velado em Niterói.

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