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O que se sabe sobre a ‘tribo africana’ que protesta contra despejo em território da Escócia

Integrantes do ‘Reino de Kubala’ dizem que o assentamento nunca poderá ser destruído; não há definição sobre a retirada do grupo

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma autodenominada tribo africana, identificada como Reino de Kubala, está acampada na Escócia.
  • O grupo, formado por três pessoas, desconsiderou o aviso de despejo do Scottish Borders Council.
  • O vice-líder do conselho afirmou que a ação judicial para remoção do grupo já foi iniciada.
  • Os integrantes alegam estar recuperando terras que, segundo eles, foram roubadas de seus ancestrais há 400 anos.

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Integrantes do Reino de Kubala alegam que estão recuperando terras que teriam sido roubadas de seus ancestrais Reprodução/X - @The_VelvetDoor

Uma autodenominada tribo africana que se apresenta como Reino de Kubala permanece acampada em uma floresta próxima a Jedburgh, no sul da Escócia, mesmo após receber um aviso formal de despejo do Scottish Borders Council. O prazo para a desocupação terminou ao meio-dia na segunda-feira (29), mas o grupo não deixou o local.

O acampamento é formado por três pessoas. O líder Kofi Offeh, de 36 anos, se apresenta como “Rei Atehene”. Sua esposa, Jean Gasho, de 43 anos, se autodenomina “Rainha Nandi”. Já Kaura Taylor, que acompanha o casal, se identifica como “Asnat” e diz ser serva do reino.


Na segunda, os três permaneceram no local ao redor de uma fogueira, cercados por barracas e equipamentos de acampamento, sem indicar que pretendiam sair. Segundo Taylor, o “rei” só falaria com a imprensa caso recebesse presentes.

Leia mais:

O grupo já havia sido retirado de terras privadas na semana passada, mas atravessou uma cerca e montou um novo acampamento em uma propriedade pública. Eles estão na região há semanas e desconsideraram todas as notificações judiciais anteriores.


Scott Hamilton, vice-líder do Scottish Borders Council, afirmou que a ação judicial para remover o grupo já foi iniciada. “Ninguém está acima da lei e não importa quanto tempo isso leve, você pode ter certeza de que não vamos parar”, declarou.

Em comunicado, o conselho informou que “o processo legal para remover os ocupantes das terras do conselho começou e os agentes tomarão as próximas medidas o mais rápido possível”.


Os integrantes do Reino de Kubala alegam que estão recuperando terras que teriam sido roubadas de seus ancestrais há 400 anos. Em uma publicação no Facebook na última sexta-feira (26), escreveram que “o Reino de Kubala nunca poderá ser destruído”.

Ainda não há definição sobre quando será realizada a remoção do grupo.

Perguntas e Respostas

 

Quem é a tribo africana que protesta contra o despejo na Escócia?

 

A tribo autodenominada Reino de Kubala está acampada em uma floresta próxima a Jedburgh, no sul da Escócia. O grupo permanece no local mesmo após receber um aviso formal de despejo do Scottish Borders Council.

 

Quantas pessoas compõem o acampamento e quem são seus líderes?

 

O acampamento é formado por três pessoas: Kofi Offeh, de 36 anos, que se apresenta como "Rei Atehene"; sua esposa, Jean Gasho, de 43 anos, que se autodenomina "Rainha Nandi"; e Kaura Taylor, que se identifica como "Asnat" e diz ser serva do reino.

 

O que aconteceu após o aviso de despejo?

 

O prazo para desocupação terminou ao meio-dia na segunda-feira (29), mas o grupo não deixou o local. Eles foram vistos ao redor de uma fogueira, cercados por barracas e equipamentos de acampamento, sem intenção de sair.

 

Qual é a posição do Scottish Borders Council sobre a situação?

 

Scott Hamilton, vice-líder do Scottish Borders Council, afirmou que a ação judicial para remover o grupo já foi iniciada, ressaltando que "ninguém está acima da lei". O conselho informou que as próximas medidas para a remoção dos ocupantes das terras do conselho serão tomadas o mais rápido possível.

 

Qual é a justificativa do Reino de Kubala para permanecer no local?

 

Os integrantes do Reino de Kubala alegam que estão recuperando terras que teriam sido roubadas de seus ancestrais há 400 anos. Em uma publicação no Facebook, afirmaram que "o Reino de Kubala nunca poderá ser destruído".

 

Quando será realizada a remoção do grupo?

 

Ainda não há definição sobre quando a remoção do grupo será realizada.

 

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