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Obama diz que acordo sírio deve ser "verificável e obrigatório"

Internacional|Do R7

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WASHINGTON, 13 Set (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira esperar que as negociações sobre um plano para destruir as armas químicas da Síria sejam bem-sucedidas, mas afirmou que vai insistir para que qualquer acordo seja "verificável e obrigatório".

Obama fez os comentários após a reunião no Salão Oval da Casa Branca com o emir do Kuweit, xeique Sabah al-Ahmad al-Jaber al-Sabah.

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"Eu compartilhei com o emir minha esperança de que as negociações que estão ocorrendo atualmente entre o secretário de Estado (John) Kerry e o chanceler (russo, Sergei) Lavrov, em Genebra, deem frutos", disse Obama.

"Mas eu repeti o que eu já disse publicamente, que qualquer acordo precisa ser verificável e obrigatório", acrescentou.

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O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e o chanceler russo, Sergei Lavrov, negociam a proposta de Moscou para ajudar a colocar o estoque de armas químicas da Síria sob controle internacional a fim de evitar eventuais ataques militares dos EUA.

"Nossos dois países concordam que o uso de armas químicas que vimos na Síria foi um ato criminoso e que é absolutamente importante que a comunidade internacional responda, não só impedindo o uso repetido de armas químicas, mas tirando, com esperança, essas armas químicas da Síria", disse Obama após a reunião com o xeique.

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Também fez parte da pauta da reunião os esforços dos EUA para reiniciar as negociações entre israelenses e palestinos, as tensões em curso no Egito e outras questões regionais.

O xeique Sabah também abordou a questão dos kuweitianos detidos pelos EUA no centro de detenção na Baía de Guantánamo, em Cuba, uma prisão que Obama quer fechar, mas que tem enfrentado resistências no Congresso.

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"Também discutimos a contínua detenção de dois presos kuweitianos em Guantánamo e pedi ao presidente Obama para acelerar o processo de libertá-los em linha com o compromisso do presidente de fechar Guantánamo e também de acordo com as garantias dadas pelas autoridades do Kuweit", disse o xeique.

(Reportagem de Roberta Rampton e Jeff Mason)

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