Internacional OEA adia sessão que trataria da situação em Cuba após protestos

OEA adia sessão que trataria da situação em Cuba após protestos

Encontro dos membros da organização foi convocado para discutir o momento no país e ainda não tem data para ser realizado

  • Internacional | Do R7

Havana, capital de Cuba, teve suas ruas ocupadas por manifestantes no dia 11 de julho

Havana, capital de Cuba, teve suas ruas ocupadas por manifestantes no dia 11 de julho

Alexandre Meneghini/Reuters - 21/07/2021

O presidente da OEA (Organização dos Estados Americanos), o embaixador uruguaio Washington Abdala, divulgou uma carta adiando a sessão especial que havia sido convocada para discutir a situação em Cuba nesta quarta-feira (28).

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Não foi anunciada a data em que os representantes dos países membros da organização vão se reunir, mas o encontro deverá ser realizado "o mais breve possível".

No documento, Abdala ressalta a importância da mobilização da OEA para garantir os direitos da população de Cuba.

"Os direitos dos cubanos valem o mesmo do que os direitos de qualquer país membro de nossa organização e devemos defendê-los sempre", escreveu o presidente da OEA. Ele também destacou a necessidade de garantir os direitos humanos em regimes como o de Cuba.

A situação em Cuba está sendo acompanhada por líderes de diversos países e por organizações internacionais após as manifestações populares do dia 11 de julho. Nessa data, a população ocupou as ruas de dezenas de cidades, incluindo da capital Havana, para pedir 'liberdade' e o fim do governo comunista, que está no controle da ilha há 63 anos.

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O presidente Miguel Díaz-Canel foi alvo de críticas pela maneira violenta como o exército e a polícia reprimiram as manifestações. Apenas uma morte foi confirmada, mas centenas de pessoas foram presas ou desapareceram nos atos.

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