Internacional ONG de proteção animal é acusada de sacrificar milhares de cães e gatos nos EUA

ONG de proteção animal é acusada de sacrificar milhares de cães e gatos nos EUA

"É fácil apontar o dedo para os que são forçados a fazer o ‘trabalho sujo’", diz a Peta

Ironicamente, ONG norte-americana de proteção animal sacrifica mais de 1000 animais abrigados

As estatísticas são de que  1.110 gatos e 733 cães foram entregues no abrigo em 2012

As estatísticas são de que 1.110 gatos e 733 cães foram entregues no abrigo em 2012

Reprodução/Perú 21

A ONG norte-americana de proteção animal, Peta, sacrificou quase 90% dos cães e gatos abrigados em instalações localizadas no Estado norte-americano da Virginia, no ano passado.

De acordo com o jornal The Huffington Post, 2.454 cães e gatos foram sacrificados, de um total de 3.369 que estavam sob proteção do grupo.

Apesar de serem um choque para muitos, esses números não são novidade para os críticos de longa data da Peta, que vêm por anos apontando a discrepância entre a forma como este grupo dos direitos dos animais é percebida e o que eles realmente fazem.

Os críticos acreditam que há uma dedicação maior à publicidade do que à responsabilidade de manter os animais vivos.

A ONG se defendeu dizendo que recebe todo tipo de animais em seus abrigos e que, por isso, precisa sacrificar muitos dos cães e gatos.

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Em seu site, a Peta firma sua posição sobre o sacrifício de animais e declara que, apesar de trágico, ele é necessário.

Em uma carta aberta, publicada no dia 21 de janeiro, a instituição acusa as pessoas que compram cães de raça ao invés de adotar de abrigos os principais causadores dessa situação. A carta foi escrita pela presidente da instituição  

— É fácil apontar o dedo para aqueles que são forçados a fazer o ‘trabalho sujo’ causado pela aquisição ocasional e criação de cães e gatos que terminam sem casa e indesejados. Mas a Peta nunca virará as costas ou negligenciará um animal sem teto e sem amor, mesmo se o melhor que podemos oferecer a ele seja livrá-lo de forma indolor de um mundo que não tem coração e lares suficientes para eles.

Agora se espera que o legislador de Virginia, nos Estados Unidos, tome uma decisão do que será feito com a ONG e pensar que os animais merecem um lugar melhor.

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