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‘Operação cinematográfica’, diz especialista sobre resgate de piloto de caça dos EUA

Trump explicou que o militar sofreu ferimentos após passar cerca de 40 horas escondido, mas vai ficar bem

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O piloto de um caça F-15 americano foi resgatado após 40 horas escondido no Irã.
  • A operação envolveu 100 militares, drones, helicópteros e caças, sendo considerada uma das mais ousadas da história.
  • O resgate foi descrito como uma "operação cinematográfica" por especialista em segurança, envolveu alto custo e o uso de equipamentos militares avançados.
  • Uma estratégia de desinformação foi utilizada para distrair as forças iranianas durante o resgate.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que as Forças Armadas realizaram uma das operações mais ousadas da história para resgatar o piloto de um caça americano que caiu no Irã e passou 40 horas escondido. Em uma rede social, o republicano comemorou o resgate, que mobilizou cem militares das forças especiais neste domingo (5), além de helicópteros, caças, drones e aviões de vigilância.

O piloto conduzia um caça modelo F-15, que foi atingido enquanto sobrevoava o Irã e se ejetou da aeronave. O presidente americano explicou que o militar sofreu ferimentos, mas vai ficar bem. O outro tripulante já havia sido resgatado um dia antes e, enquanto preparava a operação em segredo, a agência de inteligência dos Estados Unidos chegou a espalhar a informação falsa de que ele já tinha sido resgatado.

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Jato de caça militar dos Estados Unidos visto de perfil, parado em uma pista de concreto em área desértica, com cabine dupla, trem de pouso abaixado e céu azul ao fundo
Trump classifica operação de resgate do piloto como uma das mais ousadas da história Reprodução/Record News

Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda (6), Ricardo Cabral, especialista em segurança e estratégia internacional, classifica o resgate como “uma operação cinematográfica, extremamente ousada, 300 km dentro do território iraniano, numa área montanhosa”.

Segundo Cabral, o agente adotou uma “posição de comandamento”, em que ele se desloca e utiliza um aparelho para informar a localização precisa, ao mesmo tempo em que ordena ataques.

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O especialista explica que essa operação organizada é “extremamente custosa”, uma vez que utilizou dois aviões militares chamados de Hércules C-130, um helicóptero militar Black Hawk e um helicóptero de comandos. Além da especulação sobre a presença de uma equipe específica do Exército norte-americano, conhecida como Night Stalkers, especializada nesse tipo de operação, e envolvimento da CIA (Central Intelligence Agency).

“A especulação é que pelo menos dois esquadrões de Rangers participaram do isolamento da área, e a CIA ainda se deu o trabalho de simular um resgate em outro local para desviar as forças iranianas para lá. Ou seja, eles atacaram as milícias Basij que estavam vindo pela estrada, simularam o resgate em uma determinada posição e baixaram o helicóptero numa região onde ele pôde ser levado”, ressalta Cabral.

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