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Palhaço é impedido de disputar eleições no México

"Lagrimita" diz que caiu em armadilha ao ficar fora da disputa pela prefeitura de Guadalajara

Internacional|Do R7

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Ele não conseguiu reunir o número de assinaturas necessário
Ele não conseguiu reunir o número de assinaturas necessário

O palhaço Lagrimita (Lagriminha), um dos candidatos independentes à prefeitura da cidade de Guadalajara, no México, disse que houve uma armadilha na decisão de deixá-lo fora da disputa e acusou dois de seus rivais de saber previamente a sentença das autoridades eleitorais.

Para ganhar o direito de ter seu nome nas cédulas eleitorais como candidato independente, o palhaço tinha que reunir 23.887 assinaturas (2% do censo eleitoral), mas o Instituto Eleitoral e de Participação Cidadã (IEPC) do estado de Jalisco só validou 22.899 delas; com o que lhe faltaram 988.


"Tenho certeza que minhas assinaturas são suficientes para conseguir o registro e estavam todas dentro da regra", disse Guillermo Cienfuegos, nome real do palhaço, em comunicado. "Acho injusta minha desqualificação e certamente meu representante legal tomará as medidas necessárias para reverter legalmente a decisão. Sou o candidato independente que mais assinaturas apresentou", afirmou. 

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O palhaço, profissional desde 1976, disse que o IEPC anunciou na noite de sábado o que já haviam antecipado vários políticos profissionais que vinham "atacando e insultando" o projeto de Cienfuegos. "Lagrimita", que pretendia inscrever-se como candidato à prefeitura de Guadalajara, capital de Jalisco, no pleito do próximo dia 7 de junho, acusou Enrique Ibarra e Víctor Sánchez, ambos do partido Movimento Cidadão, de saber "há uma semana" a sentença do instituto. "

Usaram essa informação para me atacar e zombar desta candidatura independente", declarou. O palhaço denunciou que os partidos políticos e as autoridades se puseram de acordo para deixá-lo fora da disputa e, embora isso o tenha entristecido, comentou que gostou de saber que nas enquetes tem "uma intenções de voto invejável para muitos politiquinhos" como Ibarra e Sánchez. "Um palhacinho tem mais credibilidade que eles", alfinetou. 

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