Partidários dizem que ex-presidente iemenita Saleh morreu em combate
Ali Abdullah Saleh foi morto por franco-atiradores da milícia houthi
Internacional|Do R7

O ex-presidente iemenita Ali Abdullah Saleh morreu durante combates com a milícia houthi, que tem apoio do Irã, na capital Sanaa, noticiou a televisão saudita Al-Arabiya nesta segunda (4), citando fontes do partido de Saleh.
A Al Arabiya citou uma fonte do Congresso Geral do Povo de Saleh, segundo a qual ele foi morto por disparos de franco-atiradores. Um vídeo dos houthis distribuído nas redes sociais mostrou o que pareceu ser o corpo do ex-líder, envolto em roupa cinza e sendo transportado em um cobertor vermelho com uma ferida profunda na lateral da cabeça.
Imagens sem verificação que circularam mais cedo nas redes sociais mostraram milicianos armados desenrolando um cobertor com o corpo e gritando "Deus seja louvado!" e "Ei, Ali Affash!", outro sobrenome para Saleh.
A rádio do Ministério do Interior do Iêmen, controlada pelos houthis, foi a primeira a relatar a morte de Saleh, mas seu partido logo o negou à Reuters, dizendo que ele ainda lidera suas forças em Sanaa.
População do Iêmen está prestes a morrer de fome. Literalmente
Mais cedo nesta segunda-feira, forças houthis explodiram a casa de Saleh em Sanaa e sofreram ataques aéreos de aviões de guerra da coalizão saudita pelo segundo dia, relataram moradores.
A campanha liderada pela Arábia Saudita, apoiada pelos Estados Unidos e outras Forças Armadas e inteligências ocidentais, já matou centenas de civis, mas não conseguiu consolidar nenhum grande avanço à coalizão durante seus quase três anos de esforço para recolocar Abd-Rabbu Mansour Hadi, o presidente iemenita reconhecido internacionalmente, no poder.
(Por Noah Browning e Sami Aboudi)
Meio milhão de menores de 5 anos têm desnutrição grave no Iêmen:
Essa era a imagem de Saida Ahmed Baghili há um ano. A jovem, que hoje tem 19 anos, é uma das pessoas afetadas pela desnutrição grave no Iêmen. Há um ano, Saida pesava 11 kg e virou símbolo da crise humanitária do país. Um quarto da população, de 28 mi...
Essa era a imagem de Saida Ahmed Baghili há um ano. A jovem, que hoje tem 19 anos, é uma das pessoas afetadas pela desnutrição grave no Iêmen. Há um ano, Saida pesava 11 kg e virou símbolo da crise humanitária do país. Um quarto da população, de 28 milhões, está morrendo de fome, devido a uma guerra que já dura dois anos, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas). O país e fica no sudoeste da Península da Arábica. Em junho, um surto de cólera agravou ainda mais a situação






















