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Peru, Bolívia e Chile fecham fronteiras para conter pandemia

Países tentam conter a covid-19 e buscam barrar a entrada de pessoas infectadas com novas variantes do coronavírus

Internacional|Do R7, com EFE e AFP

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Países da América Latina tentam barrar a entrada de novas variantes do coronavírus
Países da América Latina tentam barrar a entrada de novas variantes do coronavírus

Peru, Bolívia e Chile anunciaram nesta quinta-feira (1°) que vão fechar as fronteiras para tentar conter o número de casos de covid-19. Os governos querem evitar que pessoas contaminadas com novas cepas do coronavírus, como a variante brasileira, entrem no país.

O Peru manterá suspensos os voos comerciais com o Brasil, Reino Unido e África do Sul, onde foi registrado o surto de novas variantes do coronavírus, até pelo menos meados de abril.

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As rotas aéreas regulares com o Brasil chegaram a ser reativadas em outubro do ano passado, mas foram novamente suspensas em 1º de fevereiro deste ano, diante da segunda onda de infecções por aqui.

O Peru está no meio da segunda onda de infecções por coronavírus e acumulou desde março de 2020 mais de 1,5 milhão de casos e 52 mil mortes por covid-19.

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A Bolívia ordenou o fechamento preventivo de sua fronteira com o Brasil a partir de sexta-feira (2) por uma semana, para proteger sua população diante da eventual circulação de uma nova variante da covid-19.

O governo ainda não comunicou quais medidas específicas serão aplicadas para as viagens aéreas. Até agora, cada pessoa que entra no país deve apresentar um resultado negativo.

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La Paz ordenou no início da semana a aceleração da campanha de vacinação em cidades na fronteira com o Brasil, por temor de que uma nova variante da doença possa estar circulando. O país de 11,5 milhões de habitantes acumula 272.411 casos e 12.257 óbitos causados pela covid-19.

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O governo do Chile também anunciou que fechará novamente suas fronteiras ao longo do mês de abril após o país bater recordes diários e ter ultrapassando um milhão de casos desde o início da pandemia.

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As viagens ao exterior serão restritas ao longo deste mês tanto para chilenos como para estrangeiros residentes no país e só serão permitidas através de uma autorização extraordinária por razões humanitárias urgentes e qualificadas, tratamentos de saúde ou providências essenciais para o bom funcionamento do país.

O governo chileno decretou também toque de recolher em todo o país a partir da próxima segunda-feira (5), das 21h às 5h.

Apesar do Chile estar realizando um dos processos de vacinação mais rápidos e bem-sucedidos do mundo, com quase 6,8 milhões de pessoas imunizadas, sendo o terceiro país com a maior porcentagem de população vacinada, a disseminação do vírus ainda não foi controlada e o país sofre com a segunda onda da doença. 

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