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Polícia britânica descarta envolvimento militar na morte da princesa Diana

Internacional|Do R7

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LONDRES, 17 Dez (Reuters) - A polícia britânica descartou nesta terça-feira reabrir uma investigação sobre a morte da princesa Diana em uma acidente de carro em Paris em 1997, após examinar acusação de que um grupo de elite das Forças Armadas britânicas estaria envolvido na morte.

A polícia metropolitana de Londres disse em agosto que estava avaliando novas informações sobre as mortes de Diana, Dodi al Fayed e do motorista deles no acidente ocorrido quando eram perseguidos em alta velocidade por fotógrafos paparazzi pelas ruas de Paris.

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Reportagens à época disseram que a polícia havia recebido novas informações a partir dos sogros de um ex-soldado sobre o envolvimento do grupo de elite militar SAS.

"Ainda que exista a possibilidade de que supostos comentários tenham sido feitos em relação ao envolvimento do SAS nas mortes, não há nenhuma evidência crível para apoiar a teoria de que tais alegações possuam qualquer base em fatos", disse a polícia em comunicado.

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O funeral de Diana, que havia se divorciado do príncipe Charles em 1996, levou imensas multidões às ruas de Londres.

O pai de Dodi, Mohammed al Fayed, ex-proprietário da loja de departamentos Harrods, alegou que o casal havia sido assassinado por ordem do "establishment" britânico.

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Mas uma investigação feita pelo antigo diretor da polícia de Londres John Stevens concluiu não haver evidências de assassinato e que o motorista, Henri Paul, havia consumido álcool e corria demais.

Um inquérito de 2008 em Londres resultou em um veredicto de homicídio, do qual Paul e os fotógrafos foram considerados culpados pelas mortes em um túnel de Paris no dia 31 de agosto de 1997, mas as especulações sobre uma conspiração de assassinato continuaram nos tablóides britânicos.

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Investigadores franceses também descartaram as denúncias sobre homicídio, e em 2008 Mohammed al Fayed anunciou ter abandonado sua campanha de 10 anos para provar que o casal havia sido assassinado.

Um porta-voz real disse que não faria comentários sobre o assunto.

(Reportagem de Richa Naidu, em Bangalore, e Belinda Goldsmith, em Londres)

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